segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Contas de luz terão novamente bandeira tarifária vermelha em fevereiro


Em fevereiro, os consumidores brasileiros vão pagar novamente um adicional de R$ 3 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) de energia consumidos. Pelo segundo mês, estará em vigor a bandeira tarifária vermelha para todas as regiões, exceto para os estados do Amazonas, Amapá e de Roraima.

Saiba Mais
Bandeira tarifária dificulta previsão de gastos do consumidor, diz especialista.
O sistema de bandeiras tarifárias, que permite a cobrança de um valor extra na conta de luz, de acordo com  o custo de geração de energia, entrou em vigor no início de janeiro. No primeiro mês do ano, a bandeira também foi vermelha, por causa do uso intenso da energia de termelétricas, que é mais cara do que a gerada por usinas hidrelétricas.
As bandeiras funcionam como um semáforo de trânsito, com as cores verde, amarela e vermelha para indicar as condições de geração de energia no país. Se for um mês com poucas chuvas, os reservatórios das hidrelétricas estarão mais baixos, por isso, será necessário usar mais energia gerada por termelétricas.
Quando a conta de luz vier com a bandeira verde, significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos, portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo. Se vier com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. Já a bandeira vermelha mostra que o custo da geração naquele mês está mais alto, com o maior acionamento de termelétricas, e haverá um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh.
Segundo a Aneel, com o sistema de bandeiras tarifárias, o consumidor poderá identificar qual a bandeira do mês e reagir a essa sinalização com o uso inteligente da energia elétrica, sem desperdício.
Fonte: Agencia Brasil

Quem paga a conta

Mudanças em benefícios previdenciários vão aumentar custos das empresas; auxílio-doença é a principal delas
As mudanças que o governo federal pretende implantar nos benefícios previdenciários e trabalhistas como seguro-desemprego, pensão por morte, abono salarial e auxílio-doença devem trazer aumento de custos para as empresas dos setores de indústria, comércio e serviços e, consequentemente, repasse de preços para o consumidor final. As alterações foram encaminhadas ao Congresso Nacional por meio das Medidas Provisórias 664 e 665 no final do ano passado e aguardam a aprovação dos parlamentares. A alteração que mais afeta as empresas é a do auxílio-doença. Até agora, as empresas têm que arcar com o custo de 15 dias de salário antes do INSS quando o funcionário precisa de um afastamento para tratamento de saúde. Caso as novas medidas sejam aprovadas, os empresários terão que arcar com um custo de 30 dias.
"Vai representar aumento de custos e criar um efeito cascata", disse o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo. Ele acredita que, em um primeiro momento, a tendência é aumentar os pedidos de afastamento de funcionários. Ele prevê que esses custos sejam repassados para o consumidor final. "É lamentável que isso aconteça", afirmou.
Segundo Campagnolo, os microempreendedores que atuam no segmento industrial vão sofrer o impacto com mais intensidade até porque a maioria destas empresas têm de dois a três funcionários.
Para o presidente da Federação do Comércio do Paraná (Fecomércio-PR), Darci Piana, as mudanças no auxílio-doença vão trazer aumento de custos e grandes problemas. Ele também acredita que os microempresários é que serão os mais prejudicados. As empresas de serviços terceirizados de segurança, limpeza e conservação também serão muito afetadas, segundo ele. "Vai ocorrer repasse de custos para o consumidor final com certeza absoluta", afirmou.
Ele lembrou que esse custo vai se somar aos aumentos da energia elétrica, da elevação do ICMS no Paraná, do combustível, da Cide sobre a gasolina, o que pode até levar a demissões no comércio. Tudo isso deve refletir em queda de vendas no setor comercial.
O vice-coordenador da pós-graduação em Desenvolvimento Econômico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Alexandre Alves Porsse, também acredita que ocorra impacto imediato de aumento dos custos das empresas. O lado positivo, segundo ele, é que as empresas vão implementar um controle maior de afastamentos por questões de saúde. Ele acredita que, a longo prazo, ou seja, após um período de dois anos, as empresas podem conseguir diminuir esses custos. No entanto, de imediato, deve ocorrer aumento de preços para o consumidor final.
O coordenador do curso de Ciências Econômicas da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Carlos Magno Bittencourt, disse que com as mudanças do auxílio-doença, o governo federal está transferindo a sua competência para a iniciativa privada. No entanto, ele acredita que haverá mais corresponsabilidade das empresas nas licenças médicas. Ele prevê que isso vai aumentar os custos e que haverá repasse para os preços. Bittencourt acredita que agora as empresas vão ser mais rigorosas na hora de contratar e devem investir mais em medicina preventiva.
Andréa Bertoldi
Fonte: folha web

Fonte: Contábeis 

Preços ao consumidor avançam na última semana de janeiro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, apresentou variação de 1,73%, com alta de 0,22 ponto percentual em relação à semana anterior. Com o resultado, o indicador acumula alta de 1,73% no ano e de 7,66% nos últimos 12 meses.
Quatro dos oito componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação (de 2,63% para 4,15%). Entre os tipos de despesas desse grupo, os cursos formais tiveram alta significativa, passando de 6,29% para 9,19%.
Apresentaram elevação, além disso, transportes (de 1,76% para 2,39%), habitação (de 1,85% para 2,01%) e despesas diversas (de 1,44% para 1,96%). Para cada uma dessas despesas, destacam-se a tarifa de ônibus urbano (de 6,7% para 9,18%), os custo com empregados domésticos (de 1,31% para 1,84%) e os cigarros (de 2,18% para 3,34%), respectivamente.
Registraram decréscimo os grupos alimentação (de 1,72% para 1,64%), vestuário (de -0,06% para -0,44%), saúde e cuidados pessoais (de 0,38% para 0,3%) e comunicação (de 0,57% para 0,52%). Nessas classes de despesa, destacam-se carnes bovinas (de 2,54% para 1,23%), roupas (de -0,27% para -0,79%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,54% para -0,94%) e pacotes de telefonia fixa e internet (de 1,77% para 1,2%), nessa ordem.
Fonte: Jb Online

Com início das aulas, nutricionista dá dicas para lanches saudáveis nas escolas

lanche saudável
Com o início das aulas, os estudantes deparam com a tentação dos lanches fritos, salgadinhos e doces vendidos nas cantinas de algumas escolas. Há colégios que proíbem a venda desses alimentos, mas onde ainda é permitido a orientação aos pais é que os lanches preparados em casa podem ser a saída para manter a alimentação saudável de crianças e adolescentes.
A nutricionista e professora do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília Raquel Botelho dá dicas aos pais sobre os alimentos que devem ser evitados e o que é recomendável para o lanche. Na lista do que deve ser evitado estão os alimentos ricos em açúcares, gordura e sódio, como biscoitos recheados, doces, refrigerantes e salgadinhos industrializados. “Esses salgadinhos são riquíssimos em sódio, e as crianças estão consumindo muito sódio e ficando hipertensas cedo. Deixe esses alimentos para um momento de festa, de fim de semana.”
Item comum na lancheiras das crianças, os sucos de caixinha também não são uma boa opção, pois podem ter mais açúcar que os refrigerantes. Eles podem ser substituídos por água de coco e sucos naturais.
As frutas são boas alternativas para levar à escola. Além da fruta, é interessante incluir comidas que garantam energia, como sanduíches naturais, pão e torradas com queijo magro, geleia ou requeijão.
Com a correria do dia a dia, o comum é que os pais não tenham tempo para preparar lanches, e o mais prático é recorrer aos industrializados. Nesse caso, a nutricionistas ressalta que é importante procurar produtos naturais, sucos e geleias sem açúcar, biscoitos integrais e ficar atento aos rótulos para verificar a quantidade de açúcar e gordura.
Os pais que mantêm conta na cantina, ou compram tickets mensalmente, podem se informar sobre o que é vendido para orientar os filhos no consumo e até combinar o que será fornecido ao estudante.
Para ajudar a quebrar a resistência ao consumo de alimentos saudáveis, a nutricionista Raquel Botelho sugere que os pais negociem com os filhos um dia da semana para que levem o que quiserem para a escola ou comprem lanche na cantina. “Se nos outros dias a criança vai ter uma alimentação mais saudável, ela vai ver que algumas coisas não valem a pena ou vai passar a não gostar, porque vamos adaptando nosso paladar.”
Outra dica é não colocar alimentos em excesso na lancheira dos filhos. Os pais devem mandar apenas a porção necessária para não atrapalhar a refeição seguinte, que é o almoço ou o jantar.
A advogada Claudia Miziara matriculou o filho de 6 anos em uma nova escola do Distrito Federal, este ano, e ficou surpresa com as regras para a alimentação. Além do refeitório vender apenas comidas com produtos integrais, açúcar mascavo e sucos naturais, os pais não podem mandar de casa nada que fuja dessa linha. “Eu tinha preocupação com lanches saudáveis, porque a cantina da escola anterior vendia salgadinhos e doces, e os coleguinhas também levavam produtos assim e acabavam compartilhando com meu filho”, disse.
Claudia aprovou o método, apesar de considerar ser mais trabalhoso. “Achei bom, apesar de ser mais fácil mandar um pacote de biscoito e um suco de caixinha. Agora, faço suco de fruta bem cedo, faço bolos, e quando ficar complicado vou comprar o lanche da escola. Vendo os coleguinhas comerem assim, meu filho vai acabar se acostumando mais fácil e creio que no futuro vamos colher bons frutos.”
Motivados pela preocupação com a saúde e com a obesidade infantil, prefeituras e governos estaduais aprovaram leis que proíbem a venda nas escolas de alimentos que não fazem bem à saúde. Um exemplo é Minas Gerais, onde a rede pública estadual não permite a venda, nas escolas, de frituras em geral, salgados com massa follhada, chocolates, doces, biscoitos recheados, refrigerantes, molhos como catchup e maionese e salgadinhos industrializados.
Um projeto que tramita no Congresso Nacional, desde 2005, propõe que esse tipo de proibição se torne nacional em escolas de educação básica. O Projeto de Lei 406/2005 tem como objetivo “disciplinar a comercialização de alimentos nas escolas de educação básica e a elaboração de cardápios do programa de alimentação escolar”. Pelo texto, ficaria vedada a venda de bebidas de baixo teor nutricional e alimentos com quantidades elevadas de açúcar, gorduras saturadas, gorduras trans e sódio.
Fonte: Agencia Brasil

Mistura de etanol na gasolina deve passar de 25% para 27% este mês


O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercandante, e representantes do setor sucroalcoleiro acertaram hoje (2) uma proposta para aumentar de 25% para 27% a adição de etanol anidro na gasolina comum, conforme informou a presidenta da União da Indústria da Cana-de-açúcar (Unica), Elizabeth Farina. Pelo cronograma discutido, a mudança passaria a valer a partir do dia 15 de fevereiro. A proposta ainda precisa ser aprovada pela presidenta Dilma Rousseff.

Elizabeth Farina revelou que o acordo era muito aguardado pelo setor sucroalcoleiro. “Foi um acordo que o ministro Mercadante disse que levará à presidenta Dilma amanhã (3). O cronograma proposto é que se inicie o aumento da mistura a partir de 15 de fevereiro. Os testes realizados sobre emissão, consumo e dirigibilidade não trouxeram mudanças significativas”, salientou a presidenta da Unica.
A princípio, será mantido o percentual de 25% para a gasolina aditivada. De acordo com o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotoresnfavea, Luiz Moan, a intenção é que, em breve, o percentual aumente para 27,5% para as gasolinas comum e apremium. Segundo ele, ainda é preciso concluir testes para adotar os 27,5% nos dois tipos de combustível.
Conforme a presidenta da Unica, a expectativa é que o percentual de 27% de etanol na gasolina comum gere uma demanda de mais 1 bilhão de litros por ano. Ela afirmou que o setor tem capacidade para atender ao aumento na demanda.
Também participaram da reunião representantes do Ministério de Minas e Energia e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Fonte: Agência Brasil

Seguro de vida cobre desde doença grave até invalidez temporária


O segurado por receber o valor contratado quando tiver a confirmação de um câncer, por exemplo
O segurado por receber o valor contratado quando tiver a confirmação de um câncer, por exemplo
Apesar de ser bastante procurado por aqueles que querem garantir tranquilidade para si ou para familiares em caso de morte natural ou acidental, os seguros de vida também oferecem coberturas adicionais que podem ser acionadas ainda em vida pelo segurado.
Invalidez total ou parcial, incapacidade temporária e diagnóstico de doenças graves são algumas das situações que permitem que o usuário receba o valor contratado em sua apólice.
"Hoje, é um desafio do mercado mostrar que, além da morte, um tema complexo, tem a questão da invalidez, por exemplo. Um acidente de carro pode causá-la e existe todo um processo de recuperação e readaptação da casa e de ficar ausente do trabalho", afirma Alexandre Vicente, diretor de Produtos Vida na Liberty Seguros.
Leia também: Seguro de carro: diferença no preço pode chegar a 50%
Veja as coberturas que permitem o pagamento de indenização ainda em vida:
1. Incapacidade temporária
Profissionais liberais que, por motivos de saúde, precisam ficar afastados das suas atividades, podem contratar, na Porto Seguro, a cobertura de diária por incapacidade temporária. "Se o segurado contrata uma diária de R$ 300, após dez dias afastado em caso de doença, ou sete dias em caso de acidente, ele aciona a seguradora e pode receber as diárias por até 365 dias", explica Jaime Prazeres, gerente comercial de Vida, da Porto Seguro.
2. Diagnóstico de doenças graves
Segundo Alexandre Vicente, a cobertura de doenças graves é nova no mercado e pouco utilizada – apenas 10% dos clientes que possuem seguro de vida optam por ela. "Ela cobre algumas doenças e situações de saúde graves, como infarto, AVC, transplante de órgãos e câncer. Se a pessoa tiver um diagnóstico de uma dessas doenças, recebe a importância de uma vez pra tratar essa doença", afirma.
Vale ressaltar que a apólice garante o pagamento por um diagnóstico. Caso o segurado se cure e, no futuro, receba o diagnóstico de outra doença, precisa ter adquirido outra apólice para estar coberto.
No caso da Liberty Seguros, o montante pago em caso de doença grave não é abatido do valor que deverá ser pago em caso de morte. Na cobertura de diagnóstico de câncer oferecida pela Porto Seguro, após receber o diagnóstico, o segurado tem direito a antecipação de 50% da cobertura básica.
"É uma cobertura bastante procurada, já que o câncer tem incidência alta no público feminino, e as pessoas conseguem se curar e ter qualidade de vida", diz Jaime Prazeres.
Leia também: Seguros: conheça a modalidade que cobre até mordida de cachorro
3. Antecipação especial por doença incurável
"Há casos em que o médico atesta o caso como irreversível. Por exemplo, em algumas doenças como câncer e Alzheimer. Quando o segurado nos aciona, pode antecipar 50% da cobertura básica de morte, para ter mais qualidade de vida", explica o executivo da Porto Seguro. No produto oferecido pela Porto Seguro, não é preciso comprovar despesas. O diagnóstico basta.
4. Invalidez parcial ou temporária
Segundo Vicente, no caso de invalidez por acidente, ela pode ser parcial ou total. "Através de um acidente, a pessoa pode perder a visão dos dois olhos, que caracterizamos como é invalidez total, mas pode perder também uma parte da perna, que seria invalidez parcial." Nesses casos e na invalidez por doença, que precisa ser total, o segurado recebe o valor contrato na apólice do seguro ainda em vida.
Vicente afirma que 60% dos segurados que possuem seguro de vida optam por essa cobertura. "É uma procura bem maior do que pela cobertura de doenças graves. As pessoas pensam que é muito mais caro, mas não é", diz.
5. Acidentes pessoais e despesas médico-hospitalares e odontológicas
Esse tipo de cobertura garante que, caso o o segurado sofra um acidente e precise ser hospitalizado ou passar por procedimentos médicos, a seguradora reembolse seus gastos.
Fonte: IG