quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dicas para cuidar bem de seu animal de estimação

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Quem tem animal de estimação deve tomar alguns cuidados para preservar sua saúde e o bem estar. Confira algumas dicas do Procon-SP: 

  • Antes de comprar a ração, veja se o produto tem a identificação do fabricante e informações sobre peso, registro no Ministério da Agricultura, composição, além da quantidade diária indicada, forma de utilização e prazo de validade.
  • Nos serviços de banho e tosa, verifique previamente as condições de higiene do local, quais produtos que a empresa utiliza. Em caso de má prestação de serviço, ele deve ser reexecutado ou o consumidor reembolsado.
  • Caso necessite levar o animal a uma clínica veterinária, observe se animais saudáveis estão separados dos doentes e fique atento às condições de higiene do local.
  • Serviços veterinários não podem estar vinculados à venda de produtos da própria clínica. Em caso de vacinação do animal, verifique se a vacina está dentro do prazo de validade.
Fonte: Procon-SP

As 4 melhores dicas de economia para você seguir no dia-a-dia

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Economizar dinheiro não necessariamente significa sinônimo de privação ou sofrimento. Pelo contrário, poupar é exatamente o que nos dá segurança para enfrentar tempos difíceis, nos permite dar conforto para nós mesmos e a quem amamos no futuro e viabiliza a realização de sonhos.

Mesmo assim, algumas pessoas ainda têm problemas na hora de organizar as finanças e acaba se perdendo nas dívidas.
Confira, segundo o GuiaBolso, as quatro melhores  dicas de economia para seguir:
1- Baixe algum aplicativo de gastos no celular
Use o avanço da tecnologia a seu favor. Os aplicativos de controle financeiro permitem visualizar melhor os gastos e estabelecer limites.
2- Tente pagar tudo em dinheiro
Os cartões de crédito e débito são muito úteis em certas situações, mas ele ajudam a ludibriar nossa mente, pois não vemos o dinheiro efetivamente sendo gasto. Quando pagamos em espécie, tendemos a nos controlar mais e só fazer as compras indispensáveis. Além de dar mais trabalho, pois precisamos nos deslocar até o banco, sacar dinheiro e tudo isso vai nos dissuadir de fazer compras desnecessárias.
3- Guarde de pouco em pouco
Um dos grandes erros de quem quer poupar dinheiro é pensar em só juntar quantias grandes. É uma boa dica abrir uma conta e colocar dinheiro ali de tempos em tempos, mas é bem mais difícil estipular juntar, por exemplo, R$ 400 ao fim do mês. Mas se você toda semana colocar 100, você chega ao mesmo montante, de maneira mais fácil. Isso se dá porque a partir do momento que você já colocou o dinheiro no banco, você não vai mais gastá-lo. Se deixar para o final do mês apenas, as chances de você acabar gastando são muito maiores.
4- Economize em família
Não adianta você tentar economizar sozinho. Ensine seus filhos sobre economia doméstica e sobre o valor do dinheiro; converse com sua mulher e trace metas e sonhos em comum, dividindo também dicas de economia. Uma família que economiza unida tem muito mais segurança no futuro.
Fonte: MSN

Sucesso nas finanças: Meios adequados de poupar

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Aplicação financeira segura, sem taxa de administração e com os rendimentos preservados da mordida do Imposto de Renda, a caderneta de poupança é, ao primeiro olhar, uma forma ideal para fazer um pé de meia para o futuro. Ocorre, porém, que mesmo com todas essas vantagens, a poupança não deve ser vista como o investimento ideal para o longo prazo.

O poupador, um felizardo neste momento de preços em alta e renda em baixa, deve considerar outras formas de preservar suas economias para o futuro. Uma delas é o Tesouro Direto, aplicação garantida em papéis do governo com rentabilidade melhor que a da caderneta. Diversificar investimentos também deve ser visto como alternativa pelos mais ousados. Confira orientações abaixo.
Por Jair Abreu Júnior
PERGUNTA E RESPOSTA
Gostaria de fazer uma reserva para minha filha recém nascida até ela completar 18 anos. Disponho de R$ 300 mensais. A caderneta de poupança seria um bom negócio?
Fatima Fernandes, Niterói
Fátima, o que se recomenda, em linhas gerais, no que se refere à caderneta de poupança, não é deixar o dinheiro aplicado por muito tempo, o que se verifica no seu caso, que são 18 anos, certo?
Cabe destacar alguns aspectos como: na poupança não existe taxa de corretagem. Muitos investimentos apresentam um rendimento maior, mas é preciso pagar taxas para a corretora. Outro ponto é que a poupança é isenta de Imposto de Renda, o que a difere de outros investimentos, e ela pode ser melhor do que muitos Fundos de Investimentos. A poupança também apresenta alto grau de liquidez, ou seja, é possível dispor do dinheiro a qualquer momento.
Encontramos, porém, opções melhores no mercado financeiro, e uma delas seria o Tesouro Direto, com baixo risco e excelente rentabilidade. Também é possível contar com os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) de bancos menores, mas tomando cuidado com a possibilidade/risco de o banco quebrar, e nesse caso ter que recorrer ao Fundo Garantidor de Crédito, visando recuperar o valor investido.
O governo já confiscou a poupança no passado, e isso ainda causa muito temor, vide época do Governo Fernando Collor de Mello, uma vez que é muito difícil prever o que possa ocorrer na economia Brasileira nos próximos anos. Sendo assim, “nunca deixe todos os ovos na mesma cesta”.
É importante que se informe de bem de todas as possibilidades de investimento e a partir daí tenha mais condições de definir sua estratégia de aplicação de acordo com suas possibilidades e necessidades de curto, médio e longo prazos.
Nesse contexto, recomendo que você verifique no mercado brasileiro, as ofertas de cursos práticos voltados para a educação financeira pessoal. É uma boa saída para se informar sobre os detalhes mais importantes do assunto.
Boa sorte!
Jair Abreu Júnior é coordenador em Gestão Financeira da Universidade Estácio de Sá
Fonte: O Dia

3 dicas valiosas antes de escolher seu ovo de Páscoa


Diferentes ovos de chocolate e diversos tipos de pescados são oferecidos aos consumidores durante o período da Páscoa. Para evitar problemas, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) apresenta dicas práticas para o consumidor identificar produtos irregulares e não errar na hora das compras. Confira:

1. Ovos de chocolate com brindes

Se o ovo de chocolate traz brinquedo como brinde, verifique na embalagem se está estampada a frase: "Atenção: contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro da Avaliação da Conformidade". Também é obrigatória a indicação de faixa etária ou, se for o caso, frase que informe que não existe restrição de faixa etária. No brinde o consumidor deve também procurar o selo do Inmetro. 

2. Atenção ao peso

Ovos, bombons, demais chocolates, colombas ou qualquer produto embalado devem apresentar, de forma clara, a indicação do peso líquido na sua embalagem. Esta indicação deve referir-se somente ao peso do produto, desconsiderando o valor da embalagem e dos brindes, se houver. 

3. Não compre pelo número

A numeração dos ovos de Páscoa serve apenas como referência, ou seja, não se pode dizer que um produto com numeração maior pesa mais, pois cada fabricante adota uma escala diferenciada de tamanho. Assim, oriente-se apenas pela indicação do peso líquido do ovo de chocolate. 
Fonte: Reclame Aqui

Laboratório Kraemer é interditado por ser considerado insatisfatório para a produção de medicamentos

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A Anvisa determinou a suspensão, em todo o território nacional, da fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso de todos os lotes e de todos os produtos fabricados pela empresa Laboratório Kraemer Ltda.

A empresa foi considerada insatisfatória para a produção de medicamentos por entrar em desacordo com as Boas Práticas de Fabricação de produtos farmacêuticos. A empresa também comercializava produtos sem registro junto à Anvisa.
A medida está na Resolução nº 980, publicada nesta segunda-feira (30/3) no Diário Oficial da União (DOU). A norma ratifica a Resolução nº 2.330/14 acerca do tema.
A empresa promoverá o recolhimento dos estoques existentes no mercado.
Fonte: Anvisa

Consumidor planeja gastar menos na Páscoa, diz pesquisa da Boa Vista

Comerciantes de Campos do Jordão comemoram movimento dos clientes às vésperas da Páscoa. (Foto: Reprodução / TV Vanguarda)
Os consumidores estão cautelosos em relação aos gastos relacionados à Páscoa. Segundo  pesquisa da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), 68% dos entrevistados pretendem gastar menos este ano em comparação ao ano passado. Apenas 3% planejam gastar mais nas comemorações e 29% disseram que vão manter o mesmo padrão de gastos.

Segundo a pesquisa, 59% consideram que a Páscoa gera despesas extras no supermercado pela compra de produtos relacionados à data (chocolate, bacalhau e outros peixes, colombas, bebidas etc.). Já para 29%, a data significa maior consumo de chocolate.
A grande maioria dos consumidores (77%) costuma comprar chocolate para comemorar a data, e do total 61% comprarão ovos de Páscoa e 39% devem optar por bombons e barras, entre outros produtos contendo chocolate.
A fatia das de consumidores que comprarão ovos de Páscoa é maior entre as mulheres (63%) do que entre os homens (59%).
No grupo de consumidores que vai comprar chocolate, 58% pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 200, 34% planejam gastar até R$ 50 e 8%, mais de R$ 200.
A pesquisa revelou também que 88% vão comprar chocolate à vista. O hábito de comprar chocolate na Páscoa é praticamente igual em todas as classes de renda: 76% na classe AB; 77% na classe C e 75% na classe D.
Entre os que não compram chocolate na Páscoa (23% do total de entrevistados), 33% compram outros tipos de alimentos, 9% fazem compras de itens não especificados, 5% optam por viagens, 2% por itens de lazer e apenas 1% prefere brinquedos.

Fonte: G1

Os cuidados a serem observados nas compras on-line


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Informações sobre o produto e modalidade de compra devem ser apresentadas de forma clara.

Na hora de comprar na loja virtual, é preciso estar atento a alguns pontos para não ter dor de cabeça depois. O presidente da Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania (Apadic), Antonio Mallet, aponta quais são eles:
Prazo de entrega — O prazo de entrega da mercadoria é acordado no ato da contratação. O cliente deve verificar se este o atende antes de fechar a compra.
Ofertas feitas pelo vendedor — O que for ofertado pela empresa — prazo, condição de pagamento, valor da mercadoria, valor do frete — deve ser cumprido. Leia com atenção as condições do contrato e guarde uma cópia para qualquer eventualidade.
Etapas da compra — Salve ou imprima as etapas da compra. Quanto mais elementos tiver salvo, mais proteção em caso de um problema futuro.
Informações sobre o produto e modalidade de compra — Máxima atenção ao que o fornecedor está informando. Quanto vai pagar, como vai pagar, características do produto, informações como voltagem e, no caso de móveis, se a empresa se compromete com a montagem. Todos os dados devem ser apresentados de forma clara e precisa para que não reste dúvidas. As exceções devem estar bem destacadas e não em letras miúdas, como é a prática em muitas empresas, o que fere o Código de Defesa do Consumidor.
Dúvidas — Se não entendeu algum item, não finalize a compra. Na dúvida, não compre. Tente um contato com a empresa, mande um e-mail, para buscar mais informações e esclarecer suas dúvidas, para uma compra segura.
Montagem — É um item que sempre gera reclamações. Antes de finalizar a compra, verifique se a empresa prevê a montagem do produto e o prazo estipulado. Se no contrato a empresa não se comprometeu a montar, o consumidor não pode obrigá-la a fazê-lo.
Cancelamento da compra — Toda compra on-line pode ser cancelada no prazo de sete dias, sem custo. Este prazo passa a valer a partir do momento que a pessoa recebeu o produto. Segundo Mallet, muita gente desconhece esta cláusula. Se o produto não era o que queria, ou seja, por qual for o motivo da insatistação, entre em contato com a empresa e veja as condições para fazer a devolução. Só não pode usá-lo. A empresa tem que devolver todo o valor gasto pelo cliente, incluindo o frete. A partir do momento que o cancelamento foi feito, o estorno do valor gasto tem que ser imediato.
Defeito — Recebeu a mercadoria com defeito, entre em contato imediatamente para que a empresa recolha o produto.
Fonte: O Globo

Lojas vendem o mesmo produto com preços e em plataformas diferentes

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Sabia que as lojas virtuais oferecem o mesmo produto com preços diferentes quando comprados pelo celular ou pelo computador? A denúncia é de um consumidor que "estranhou" que, ao pesquisar o preço de um aparelho celular no Pontofrio.com, o produto custava R$ 1.274,15, pelo celular, e R$ 1.499, pelo computador, ao mesmo tempo. Uma diferença de preço de quase 18%, as informações são do R7.
Nossa equipe de reportagem foi conferir se a diferença acontecia também em outros sites, no site do hipermercado extra a oferta do iPhone 4S, 8GB com câmera 8MP, Touch Screen, 3G, GPS, MP3, Bluetooth e Wifi branco, saia por R$934,15 via celular. O mesmo aparelho saia por R$1.099 se a oferta era acessada via site.
No site Ponto Frio, um Tablet DL Hello Kitty branco com tela 7”, 4GB, Wi-Fi, 2 câmeras integradas, suporte à Modem 3G, Android 4.4, Processador Dual Core e bolsa protetora custava R$299 via computador, o mesmo produto saia por R$254,15 se acessado por um smartphone.
Mas não há como afirmar que compras pelo celular podem sair mais baratas. No caso do Walmart não notamos diferença, apesar de termos procurado por produtos diferentes (Cooktop, Ovos de Páscoa, iPhone, Caixinha de som).

Notas Extra.com e Pontofrio.com

O Extra.com.br e o Pontofrio.com esclarecem que oferecem“ações promocionais diferentes por canal e que podem sofrer alterações durante o dia em razão de dinâmicas promocionais e monitoramento do mercado, de forma a oferecer os preços mais competitivos aos consumidores. 
A empresa reforça que pauta suas ações de acordo com a legislação, e tem a missão de criar soluções para facilitar e melhorar a experiência de compra de seus clientes por meio do site, smartphone ou tablet."

Nota Walmart

"O Walmart.com ratifica seu respeito à Legislação em vigor e reafirma que trabalha permanentemente com o objetivo de oferecer a melhor experiência de compra a seus consumidores.”
Fonte: Reclame Aqui

Levy não descarta criação de impostos para auxiliar no ajuste fiscal


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O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não descarta a criação de impostos para ajudar o governo a fazer o esforço fiscal necessário. Em audiência na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, ele sugeriu que essa seria uma medida limite caso o governo tenha dificuldades para cumprir a meta de superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).
Apesar de não descartar a possibilidade de introduzir novos impostos, Levy ressaltou que o governo precisa, antes disso, calibrar tributos que existem e que passaram a arrecadar menos por causa de medidas de desoneração. “Seria inadequado dizer que jamais trarei um imposto novo. O governo tem que tomar as ações necessárias. Antes de criar impostos novos, temos de acertar os que estão aí. Foram criados desequilíbrios nos últimos anos”, disse o ministro na última intervenção na audiência.
Desde que assumiu o Ministério da Fazenda, Levy reajustou tributos que haviam sofrido desonerações, mas não criou impostos. No fim de janeiro, o governo aumentou quatro tributos para reforçar a arrecadação em R$ 20,6 bilhões.
A medida que mais arrecadará será o aumento do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a gasolina e o diesel e a reintrodução da cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), que reforçarão o caixa federal em R$ 12,2 bilhões neste ano.
A equipe econômica também aumentou a alíquota do PIS/Cofins sobre produtos importados para compensar uma decisão do Supremo Tribunal Federal que diminuiu a base de cálculo para essas mercadorias. O governo reajustou ainda o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para o crédito a pessoas físicas e passou a cobrar Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre distribuidoras ligadas a fabricantes de cosméticos.
No fim de fevereiro, Levy anunciou a reversão parcial da desoneração da folha de pagamentos. Inicialmente, o governo arrecadaria R$ 25,2 bilhões a menos neste ano com o incentivo fiscal. Com o aumento das alíquotas para as empresas beneficiadas, a renúncia fiscal cairia para cerca de R$ 22 bilhões em 2015 e para R$ 12,4 bilhões por ano a partir de 2016.
Fonte: Agência Brasil

A partir de hoje, empregador terá de pedir seguro-desemprego pela internet


Previdência
A partir desta quarta-feira (1º), os empregadores só poderão preencher o requerimento do seguro-desemprego e de comunicação de dispensa de trabalhadores por meio da internet. A medida pretende tornar mais rápido o atendimento e dar maior segurança às informações sobre os empregados, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Antes, a documentação era preenchida pela empresa (em guias verde e marrom) e entregue pelo trabalhador na hora de requerer o benefício. Esses formulários impressos não serão mais aceitos.
Com a resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador, as empresas deverão preencher os requerimentos apenas por meio do aplicativo Empregado Web, disponível no Portal Mais Emprego, do ministério. O dispositivo online já era utilizado, mas passou a ser obrigatório.
De acordo com o MTE, o sistema dará mais velocidade à entrega do pedido, além de garantir a autenticidade dos dados e possibilitar o cruzamento de informações sobre os trabalhadores em diversos órgãos, facilitando consultas necessárias para a liberação do benefício.
Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, todos os serviços prestados aos empregadores e trabalhadores já estão informatizados. “Estamos incluindo a biometria no recebimento do fundo de garantia, para garantir que não haja fraudes. São 12 programas que desenvolvemos, culminando até o final do ano com um cartão eletrônico. A carteira de trabalho passaria a ser, então, um cartão eletrônico”, adiantou o ministro.
Em uma agência de atendimento ao trabalhador em Brasília, a medida não era conhecida por todos e dividiu opiniões. Apesar de trabalhar no departamento de recursos humanos de uma empresa, Camila Moura ainda não sabia das mudanças. Ela acredita que a resolução vai acelerar o processo de requerimento do seguro-desemprego.
“Não tem nenhum cartaz com o aviso, nenhum atendente informou que iria ter essa mudança e as empresas não receberam um comunicado sobre isso. Mas eu acho positivo, porque tem gente passa muito tempo na fila e vai ficar mais rápido”, disse Camila.
O lavrador Evandro de Castro, que estava solicitando o seguro-desemprego, já sabia das mudanças. “É uma facilidade a mais para o trabalhador e para a empresa, mas não poderia ser obrigatoriamente pela internet, porque algumas pessoas não têm e não sabem usar”, afirmou.
No final de fevereiro, novas regras de concessão do seguro-desemprego entraram em vigor. A Medida Provisória (MP) 665 estabeleceu que tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador dispensado que comprove ter recebido salário há pelo menos 18 meses nos últimos 24 meses imediatamente anteriores à data do desligamento, na primeira solicitação. Pela legislação anterior, esse prazo era seis meses. Na segunda solicitação, a exigência cai para um ano e a partir da terceira vez, não há alteração.
A MP 665 também alterou regras para o seguro-desemprego de pescador artesanal e do abono salarial. Já a MP 664 alterou regras sobre os benefícios de auxílio-doença e pensão por morte. As medidas ainda precisam ser votadas pelo Congresso Nacional.
Fonte: Agência Brasil