terça-feira, 4 de agosto de 2015

Brasil está acima da média nas compras online via smartphones, mostra pesquisa


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Com cada vez mais utilidades e aplicativos, os celulares do tipo smartphone têm sido sido uma alternativa também para fazer compras online. É o que mostra uma pesquisa divulgada pelo sitede compras coletivas Groupon.  De acordo com o levantamento, que ouviu 6 mil pessoas no Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México, a média de compras online por smartphone nesses cinco países em conjunto é de 15,6%. 
Individualmente, o Brasil está acima da média e tem a maior proporção de compras por celular entre os países avaliados. O índice de compras feitas por smartphone entre os entrevistados brasileiros é 20,6%. No México, que ocupa o segundo lugar, a frequência das compras online pelo celular fica em 19,7%. Na Colômbia, é 17,2% e no Chile, 12,8%. A Argentina registrou o menor índice: 8%.
Mesmo se tornando populares, as compras por smartphone ainda perdem para as transações via computador pessoal. A média das compras por computador nos cinco países pesquisados é 78,7%. No Brasil, os usuários preferem o computador em 73,8% das ocasiões. O país fica atrás da Argentina, com 88,5% e do Chile, com 82,7%. Mas à frente de Colômbia, com 77,2% e México, com 71,4%.
O especialista em segurança da informação João Gondim, professor do Departamento de Computação da Universidade de Brasília, considera natural que o celular tenha se tornado uma opção para as compras. No entanto, ele alerta para o fato de que a plataforma é menos segura que o computador. “Você tem uma profusão de aplicativos e grande parte não tem mecanismos de segurança. Não tenho notícia de fraude em compras de celular, mas de forma geral é uma exposição maior”, avalia. Para ele, a segurança menor tem relação com a difusão recente dos smartphones.
"O computador acaba sendo um pouco mais seguro na medida em que tem uma série de práticas consolidadas. A maioria das pessoas vê um smartphone como um telefone”, comenta. Para ele, se o uso do celular para transações online de fato se consolidar, os aparelhos podem se tornar mais seguros. “É uma questão de maturidade dos aplicativos e como são incluídos nos aparelhos”, diz, ressaltando que o usuário também deve tomar cuidados. “Conheço pouquíssimas pessoas que têm antivírus no celular”, destaca.
A pesquisa divulgada pelo Groupon trouxe ainda outras informações sobre os consumidores da internet. Segundo o estudo, no Brasil, o motivo para compras online citado com mais frequência foram os preços mais atrativos, para 76,6% dos entrevistados. Em segundo lugar, com 63,5%, ficaram a praticidade e a conveniência. Em terceiro (52,9%), a facilidade e, em quarto (44,7%), a possibilidade de encontrar todo tipo de produto. Variedade e segurança tiveram, respectivamente, 30,4% e 22% das menções.
O levantamento mostrou também que os usuários estão se sentindo mais seguros para fazer compras online. No Brasil, um total de 37,8% se sente muito mais seguro do que há cinco anos, enquanto 39,45% se sentem um pouco mais seguros. Um percentual de 10,3% fazem de 71% a 80% de suas compras pela rede mundial de computadores. Só 2,4% fazem de 91% à totalidade de suas compras online. Por fim, 28,6% compram online uma vez por ano e 28,7% compram mensalmente.
Fonte: Agência Brasil

Inflação semanal recua em cinco das sete capitais pesquisadas em julho

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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou o mês de julho com variação de preços recuando em cinco das sete capitais pesquisadas. Dados divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) indicam que, na semana encerrada no último dia 31, o IPC-S variou 0,53%, resultado 0,08 ponto percentual inferior aos 0,61% da semana imediatamente anterior.
Entre as cinco capitais que apresentaram taxas inferiores à da semana imediatamente anterior, três acusaram resultados superiores à média de 0,53%, com destaque para São Paulo – a maior alta do país, com inflação de 0,9%, Porto Alegre, alta de 0,57% e Brasília, 0,54%.
Segundo os dados divulgados pela FGV, apesar da alta de 0,9% de São Paulo, a maior entre as capitais, seis das oito classes de despesa que compõem o índice apresentaram desaceleração em suas taxas de variação: comunicação (de 1,25% para 0,70%), vestuário (de -0,06% para -0,46%), transportes (de 0,07% para -0,25%), educação, leitura e recreação (de 0% para -0,08%), alimentação (de 0,73% para 0,66%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,48% para 0,45%).
Já no Rio de Janeiro, a menor alta do país, os 0,24% de variação refletem aceleração de preço em apenas três das oito classes de despesa componentes do índice, enquanto outras cinco apresentaram desaceleração. Em sentido ascendente e descendente podemos destacar os grupos: alimentação e vestuário, cujas taxas passaram de 0,33% para 0,47%, e de -0,06% para -0,35%, respectivamente.
Também com os mesmos 0,24% de variação do Rio, em Salvador o resultado refletiu a variação de preços em cinco das oito classes de despesa, entre as quais se destacam os grupos: vestuário e habitação, cujas taxas passaram de 0,34% para -0,29%, e de 0,12% para -0,42%, respectivamente.
Fonte: Agência Brasil

Maioridade penal, reforma política e correção do FGTS são destaques do Plenário

Câmara - Plenário - sessão presidida por Eduardo Cunha ordem do diaProjetos do Executivo sobre combate ao terrorismo e seu financiamento também estão na agenda de votações dos deputados. Líderes partidários se reúnem às 14h30 para definir a pauta.
O segundo turno das propostas de emenda à Constituição (PEC) da maioridade penal e da reforma política são os destaques do Plenário da Câmara dos Deputados, que se reúne nesta terça-feira (4), a partir das 14 horas. A pauta, que também traz o projeto de lei de correção do FGTS pela poupança e quatro prestações de contas da Presidência da República, estátrancada por dois projetos do Executivo sobre combate ao terrorismo e seu financiamento.
Aprovada em primeiro turno no início de julho, com 323 votos favoráveis e 155 contrários, a PEC 171/93 reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes hediondos – como estupro e latrocínio – e também para homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.
Esse texto é mais brando que o rejeitado um dia antes por não ter atingido número suficiente de votos. A matéria, uma emenda apresentada pelos deputados Rogério Rosso (PSD-DF) e Andre Moura (PSC-SE), excluiu da proposta inicialmente rejeitada os crimes de tráfico de drogas, tortura, terrorismo, lesão corporal grave e roubo qualificado.
Pela emenda aprovada, os jovens de 16 e 17 anos deverão cumprir a pena em estabelecimento separado dos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e dos maiores de 18 anos.
A aprovação provocou polêmica em primeiro turno devido à votação de um texto que continha partes do anteriormente rejeitado.
Reforma política
A votação em segundo turno da PEC da reforma política (PEC 182/07) já começou em julho e o Plenário decidiu manter o mandato de quatro anos para presidente da República, governadores, prefeitos, vereadores e deputados, assim como o de oito anos para senadores.

Em primeiro turno tinha sido aprovado o mandato de cinco anos para todos os cargos com transições nos primeiros pleitos.
Também foi excluída do texto a mudança da data de posse de governadores e de presidente, que seria nos dias 4 e 5 de janeiro, respectivamente. A posse desses cargos continuará a ser em 1º de janeiro.
As votações de agosto devem começar com a polêmica regimental sobre a aceitação ou não de destaques do PT e do PPS que pretendem retirar a permissão para empresas doarem recursos a partidos.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, decidirá questão de ordem do líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ). Ele considera que a tentativa de mudar o texto no segundo turno não pode ser aceita porque, se aprovada, vai deixar a PEC com um texto rejeitado em primeiro turno – o financiamento eleitoral apenas por pessoas físicas.
A primeira versão desse tópico, rejeitada em Plenário, previa doações de empresas e de pessoas físicas tanto a partidos quanto a candidatos. A versão aprovada permite doações de pessoas físicas a candidatos e a partidos, e de empresas, somente a partidos.
Terrorismo
Embora as propostas de emenda à Constituição possam ser votadas em sessões extraordinárias, a pauta da sessão ordinária está trancada por dois projetos de lei do Executivo com urgência constitucional.

Eles disciplinam o combate ao terrorismo. O Projeto de Lei 2016/15 tipifica o crime de terrorismo e prevê pena de 8 a 12 anos e multa em regime fechado, sem prejuízo das penas relativas a outras infrações decorrentes disso.
O projeto classifica como organizações terroristas aquelas movidas por razões de ideologia, política, xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou gênero e que tenham por finalidade provocar o terror, expondo a perigo a pessoa, o patrimônio, a incolumidade pública ou a paz pública, ou coagindo autoridades a fazer ou deixar de fazer algo.
Igual pena será aplicada a quem recrutar ou treinar e financiar essas organizações e seus atos.
Já o PL 2020/15 cria um tipo de ação, na Justiça brasileira, para bloqueio de bens, direitos e valores de pessoas ou empresas objeto de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU). Esses bloqueios são normalmente utilizados para combater a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo.
Atualmente, as resoluções do conselho são cumpridas por meio de ação ordinária, que segue o rito estabelecido no Código de Processo Civil, sem nenhuma especificidade. O governo argumenta que esse sistema gera atrasos no cumprimento das resoluções internacionais, prejudicando as investigações de crimes graves e colocando o Brasil sob pressão internacional.
FGTS
Se a pauta for liberada com a votação dos projetos do Executivo, o Plenário poderá votar, entre outros, o projeto de lei que concede uma correção maior dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O projeto de Lei 1358/15, de autoria dos deputados Paulo Pereira da Silva (SD-SP), Leonardo Picciani (PMDB-RJ) e Mendonça Filho (DEM-PE), remunera o fundo, a partir de 1º de janeiro de 2016, com as mesmas taxas da caderneta de poupança.
A medida tramita apensada ao PL 4566/08, da Comissão de Legislação Participativa, que prevê a aplicação do IPCA para corrigir os depósitos do fundo, mais os 3% anuais já incidentes.
Além disso, esse projeto da comissão destina ao fundo um percentual fixo da rentabilidade média das aplicações com seus recursos, da ordem de 70%, assim como 50% das multas, da correção monetária e dos juros por atraso no pagamento. Uma parte desses recursos deverá ser creditada na conta vinculada do trabalhador.
Contas
Estão ainda em pauta quatro projetos de decreto legislativo (PDCs) referentes a contas de ex-presidentes da República. As quatro propostas são de autoria da Comissão Mista de Orçamento (CMO), a quem cabe analisar o relatório anual do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os demonstrativos da execução orçamentária do governo federal.

Todos os projetos são pela aprovação das contas dos ex-presidentes Itamar Franco (1992), Fernando Henrique Cardoso (2002) e Luiz Inácio Lula da Silva (2006 e 2008).
Fonte: Agência Câmara

Portaria complementar para colchões e colchonetes de espuma

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O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia publicou portaria complementar (Inmetro n.º 349, de 09 de julho de 2015) à certificação de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano, incluindo novos requisitos de avaliação, visando facilitar a identificação da composição do produto e, principalmente, coibir irregularidades que levem o consumidor a adquirir um colchão ou colchonete ofertados com características diferentes da sua constituição real. A medida foi tomada após o Inmetro identificar práticas enganosas no setor, que desde 7 de janeiro deste ano está compulsoriamente obrigado a somente vender produtos com o selo de identificação da conformidade do Instituto.
O objetivo do Inmetro é combater informações imprecisas relativas à densidade dos colchões e colchonetes, composição e revestimento. “A nova portaria exige que fabricantes deixem mais claro os detalhes da constituição de colchões e colchonetes nas etiquetas de identificação e proíbe o uso de quaisquer termos diferentes da sua constituição real. Desta forma, o consumidor não corre o risco de comprar um produto sem saber realmente o que o constitui”, comentou Cristiane Sampaio, pesquisadora da Divisão de Regulamentação Técnica e Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro.
Outros ajustes também estão contemplados no regulamento. Segundo Cristiane, a portaria complementar passa a proibir o uso de colas e adesivos com componentes tóxicos para fixação das faixas, etiquetas ou entre camadas de espuma, no caso dos colchões compostos (com mais de uma composição de espuma).
No caso do colchão infantil, destinado para utilização em berços, a nova portara exige que seja incluído um alerta na embalagem do produto para que as dimensões do colchão estejam de acordo com as instruções do berço em que será utilizado.
Prazos para adequação - O processo de certificação compulsória de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano começou em 2010, quando, após consulta pública para ouvir a sociedade, o Inmetro publicou a Portaria Inmetro nº 79/2011, que estabelece os requisitos técnicos de Avaliação da Conformidade para a indústria, importadores e comércio. Fabricantes e importadores tiveram 24 a 30 meses para adequar a produção e o varejo 48 meses para escoar o estoque.
A nova portaria estabelece prazos diferenciados entre três a 24 meses para que os fabricantes e importadores se adequem (vide portaria) e para que os distribuidores e varejistas comercializem seus estoques. Estabelecimentos que comercializarem produtos não conformes após os prazos estarão sujeitos às penalidades previstas na lei, com apreensão ou multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.
Fonte: Inmetro

Seis dicas importantes para quem vai comprar o presente do papai

presentepapaiNo próximo domingo é Dia dos Pais e, ao longo desta semana,  aumenta o movimento de compras.  Para que você  possa tirar melhor proveito das promoções e evitar problemas depois das compras,  listamos 6 dicas que podem ajudar a ficar longe de frustrações.
1) Antes de tudo,  tenha muito bem definido o que você pretende comprar e tenha todo o material publicitário que motivou a compra: os preços reais não podem ser diferentes dos prometidos. Verifique também as vitrines, uma vez que os produtos nelas expostos devem apresentar o preço à vista, o total a prazo, as taxas de juros e valor e número das parcelas.
2) Você pode e deve pesquisar preços e aproveitar as promoções, mas fique atento, pois os itens vendidos nestas condições podem estar defeituosos. Logo, esteja certo das condições do produto e das possibilidades de troca. E lembre-se que, segundo o CDC, o estabelecimento é responsável pela troca de itens por motivo de vício – popularmente conhecido como defeito. Trocas motivadas por cor, tamanho e modelo são facultativas ao comerciante.
3) O consumidor tem 30 dias a partir da compra para reclamar o vício do bem não durável e 90 dias para o bem durável. Dependendo do produto, pode ocorrer o que é conhecido como “vício oculto”, problemas de funcionamento não aparentes antes da utilização. Neste caso, o prazo começa a ser contado a partir da percepção da falha. O “vicio oculto” é muito comum em produtos como aparelhos eletrônicos, motor de automóveis, celulares, etc.
4) O consumidor que escolher comprar fora do estabelecimento (por telefone, internet, entre outros) tem até sete dias de arrependimento, garantidos pelo Código de Defesa de Consumidor. Em caso de produtos vindos do exterior, o processo de compra e venda fica sujeito às normas do país de origem, sendo o próprio consumidor responsável pela resolução dos problemas diretamente com o fornecedor.
5) Se a opção escolhida para comemoração for um almoço em família também se deve tomar cuidados. Embalagens de alimentos  devem atender às exigências do CDC. Nelas devem constar peso, volume, prazo de validade, composição, identificação do fabricante ou importador (nome, endereço e CNPJ)  e se o produto for  importado, as informações  devem estar em língua portuguesa.
6) Caso o almoço seja fora de casa, os restaurantes devem expor os preços em moeda corrente, assim como fornecer informações sobre as opções de pagamento. No caso do ticket, o consumidor não é obrigado a consumir todo o valor e o estabelecimento pode fornecer um contra-ticket como opção de troco. Já as gorjetas são facultativas ao cliente e somente podem ser cobradas em caso de prestação do serviço. Ou seja, clientes atendidos no balcão não devem ter estes adicionais na conta. Cobrança de consumação mínima e multa por perda da comanda são consideradas práticas abusivas.
Em caso de problemas ou dúvidas, procure um órgão de proteção e defesa do consumidor.
Fonte: Diário do Consumidor

Celulares lideram reclamações no Procon

Celular lidera reclamações no Procon. Aparelhos da Sony tiveram um aumento de 773% em relação a 2014.
A Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, realizou um levantamento dos produtos mais reclamados por defeito entre os atendimentos realizados no primeiro semestre de 2015. De acordo com os dados, os aparelhos celulares lideram a lista de reclamações, ficando com o primeiro lugar, foram 2.709 reclamações, representando cerca de 30% do universo analisado e um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior (2014).
Em segundo lugar – cerca de 15% das demandas – estão os produtos da linha branca, que abrangem fogão, micro-ondas, geladeira, máquinas de lavar e secar roupas, com 1.325. O terceiro lugar é ocupado pelo grupo dos computadores, notebooks, tablets e produtos de informática com 1.188 reclamações, 13% das demandas. Veja aqui os dados completos do levantamento.
Celulares
Os celulares da Sony estão entre os que apresentaram mais reclamações, 865 – um aumento de 773% em relação ao mesmo período de 2014, quando tiveram 99 queixas –, além de terem diminuído o índice de solução de 94% em 2014, para 69% em 2015. Em segundo lugar ficaram os aparelhos da Motorola com 535 reclamações, e índice de solução de 87%. Em terceiro lugar ficou a Samsung com 497 reclamações. Veja aqui os dados de 2014.
Linha Branca
Na linha branca quem lidera os números de reclamações é a Electrolux com 331 atendimentos, seguida do grupo Whirlpool / Brastemp / Consul com 308 e do grupo Mabe / GE / Dako / Continental com 202.
Produtos de informática
Entre os produtos de informática, o grupo Lenovo/CCE foi o novamente o que mais recebeu reclamações, com 322 atendimentos, porém com uma redução de 61% em relação à 2014 e um aumento no índice de solução de 61% para 80% em 2015. Em segundo lugar ficou a Positivo com 165 reclamações, com 65% de índice de solução, e em terceiro lugar a Dell com 74 reclamações e 80% de casos resolvidos.
Direitos do consumidor
Segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, os fornecedores são responsáveis pelos defeitos de qualidade ou quantidade dos produtos duráveis e não duráveis que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. Assim como por defeitos causados pela disparidade com as indicações que constam na embalagem do produto ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes defeituosas.
O Procon-SP alerta que, caso não tenha o problema sanado no prazo máximo de 30 dias, o consumidor poderá exigir da empresa, de acordo com a sua preferência, a substituição do produto por outro da mesma espécie e em perfeitas condições de uso, a restituição imediata da quantia paga – monetariamente atualizada – sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou o abatimento proporcional do preço.
Fonte: Fundação Procon-SP

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Plano de saúde tem que cobrir inseminação


Fertilização in vitro (FIV)Consumidoras de seguros saúde conseguiram, por meio de ação judicial, garantir a total cobertura para a realização da inseminação artificial. A decisão aconteceu no estado da Bahia e já beneficiou três famílias.
Isso ocorre porque as coberturas dos planos não incluem o procedimento. Mas em casos específicos, como uma impossibilidade de gestação por vias naturais, e outros agravantes, a exemplo da endometriose, os planos devem cobrir totalmente o tratamento.
De acordo com o advogado Cândido Sá, especialista em direito do consumidor,  atualmente o procedimento de fertilização in vitro por meio de plano de saúde só é possível com o ingresso de ação judicial, mas deveria ser coberto por todos os planos, inclusive deveria haver  tratamento disponível pelo Sistema Único de Saúde.
Isso porque a inseminação artificial faz parte do planejamento familiar, que é direito fundamental do brasileiro, conforme art. 1.565, §2 do Código Civil e garantido pela Constituição Federal no art. 226, §7º.
"Os tratamentos de infertilidade têm importante função de auxiliar os casais brasileiros a aumentarem as famílias. Esta é uma realidade nova, que caminha em paralelo à maior inserção das mulheres no mercado de trabalho e na política", observa o advogado.
Assim, a partir da decisão judicial, as despesas decorrentes dos tratamentos e procedimentos de fertilização in vitro são de total obrigação dos planos de saúde.
Casais inférteis
De acordo com o médico Joaquim Lopes, especialista em reprodução humana, 15% dos casais brasileiros são inferteis. Em geral, a incapacidade de engravidar se dá por problemas hormonais, endometriose, que acomete cerca de seis milhões de mulheres no Brasil, e obstrução de trompas, entre outros.
A incidência do problema, segundo o médico, é dividida entre homens e mulheres, sendo que cada um é responsável por 40% da infertilidade e os outros 20% é de problemas nos dois.
Para casos mais brandos, de menor complexidade, um tratamento custa em média R$ 4 mil. Já os de mais dificuldade, mais delicados, chegam a custar R$ 14 mil.
"Esse tratamento não pode ser considerado luxo. A dificuldade de engravidar tem de ser observada como uma doença. Os planos têm que cobrir e o governo também precisa oferecer pelo SUS", afirma Lopes.
Aos  33 anos, sem conseguir engravidar em função de obstrução tubária e endometriose profunda, Ticiana conquistou na justiça o direito de fazer o tratamento todo coberto pelo plano de saúde. "Tento há cinco anos e nada. Já gastei muito dinheiro, todas as minhas economias. Com essa decisão volto a ter esperança de ser mãe", comemora.
Ticiana diz, ainda, que as tentativas pagas desgastam emocionalmente pelo fato dos altos valores do tratamento. Mas, agora que o plano vai cobrir, ela pode ficar sossegada, pois, conforme o médico Joaquim Lopes, a maioria dos casos, ou seja, 90% alcança o objetivo.
Fonte: Idec

Caixa terá de indenizar cliente por fazê-lo ser atendido sem sapatos

Porta giratória de banco, quem não odeia? Ficar preso naquele espaço restrito, ir para frente e voltar, esvaziar os bolsos e a bolsa. Mas a situação passou dos limites quando um cliente da Caixa foi obrigado a passar pelo obstáculo e ser atendido sem os sapatos, só de meias. Por conta da situação vexatória, o banco foi condenado a pagar indenização por danos morais ao consumidor.
O caso aconteceu em Sorocaba, no interior de São Paulo. Usando botas revestidas de metal, o cliente foi detido na porta giratória da agência. A partir daí é que a coisa piorou. Para o desembargador federal Hélio Nogueira, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que abrange São Paulo, o comportamento foi ilícito devido à forma inábil com que agiram os funcionários do banco. Em vez de diminuírem as consequências do evento – que dentro da normalidade representaria um mero aborrecimento –, os representantes da Caixa as aumentaram, “ultrapassando aquilo que determina a boa-fé, como regra de comportamento que obriga ambas as partes contratantes a agirem em conformidade com o s deveres anexos a qualquer relação jurídica negocial”, explicou o magistrado.
Na decisão, ele escreveu: “Tinha a ré condições de viabilizar uma solução respeitosa para o autor, mas sua conduta contribuiu para que o inverso ocorresse, constrangendo-se, de forma relevante, a sua personalidade. A rigor: intensificou um constrangimento, desnecessária e abusivamente".
Para não ficar só na teoria, o desembargador escreveu: "Poderia, por exemplo (e é isso que se espera em situações como a presente), ter passado o detector de metais no autor, concluindo que, efetivamente, era o revestimento de metal do seu sapato o responsável pelo acionamento da trava automática; poderia, também, por meio de seus prepostos, ter realizado a transação, autorizada pelo autor, ou o atendido do lado de fora, na área destinada ao autoatendimento, mas não o fez".
O magistrado concluiu: "O que não poderia, de modo algum, é ter contribuído, por meio do comportamento negligente de seus prepostos, para a situação constrangedora pela qual passou o autor, que foi praticamente compelido a passar de meias pela porta giratória e ser atendido nessas condições”.
Fonte: O Globo

Consumidor pode economizar R$ 1,7 mil por ano com escolha do plano de telefonia

Brasil atinge 273 milhões de celulares
Um levantamento da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) mostra que escolher o plano de telefonia celular adequado ao perfil de uso pode levar a uma grande economia na conta em um ano. Os preços avaliados são relativos aos planos oferecidos nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.
Consumidores que fazem muitas ligações e usam muito a internet no celular, os superconectados, podem economizar até R$ 1.716 por ano, se forem paulistas, e R$ 1.596, se forem cariocas. Entre aqueles que falam e usam pouco a internet, os conectados, a economia pode chegar a R$ 571 por ano, tanto em São Paulo quanto no Rio.
Foram analisados três perfis principais de consumidores de telefonia e internet móvel: os conectados, que falam cerca de 50 minutos por mês e usam 100 megabytes (MB) de internet; os mais conectados, com 150 minutos em ligações e internet de 500MB, e os superconectados, com média de 350 minutos de ligação e internet de 2 gigabytes (GB).
Para o levantamento, a Proteste avaliou os planos pré-pagos, pós-pagos e controle com acesso à internet das cinco maiores operadoras do país: Claro, Nextel, Oi, Tim e Vivo e de duas regionais (Algar Telecom e Sercomtel). A entidade destaca que o único critério avaliado foi o preço. A qualidade dos serviços não foi analisada.
A Proteste também lembra que todos as operadoras oferecem planos com serviços ilimitados de ligações para celulares da mesma operadora, mas as ligações para outras operadoras têm custo alto. A recomendação é levar em conta qual é a operadora das pessoas com quem mais se fala antes de escolher o plano.
A entidade oferece um simulador para que consumidores de todos os estados possam conferir o valor dos planos das principais operadoras de acordo com o perfil de uso. Acesse aqui o simulador.
 Fonte: Agência Brasil

Droga anticâncer pode facilitar combate à Aids

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O vírus do HIV pode sair dos seus 'esconderijos' no corpo com o uso de um remédio anticâncer, segundo pesquisadores.
O principal tratamento contra a Aids hoje em dia, a terapia antirretroviral, mata o vírus no sistema sanguíneo, mas deixa esses 'reservatórios' onde o HIV se esconde intacto.
Um estudo divulgado na publicação científica indica que uma droga anticâncer é "altamente potente" na reativação do HIV 'oculto'.
Especialistas disseram que as descobertas foram interessantes, mas ainda é importante saber se é seguro usar a droga em pacientes.
'Chutar e matar'
Uma estratégia conhecida como 'chutar e matar' é considerada 'chave' para a cura do HIV – o chute seria 'acordar' o HIV dormente para que o remédio entre em ação e mate o vírus.
A equipe na Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, em Davis, pesquisou o PEP005 – um dos ingredientes no tratamento para prevenir câncer - em uma pele que sofreu danos pelo sol.
Eles testaram a droga em células criadas em laboratório e em partes do sistema imunológico tiradas de 13 pessoas com HIV.
A conclusão foi de que o "PEP005 é altamente potente na reativação do HIV latente" e que o ingrediente representa "um novo grupo de composições importantes para combater o HIV".
Um dos pesquisadores, o professor Satya Dandekar, considerou a descoberta um grande avanço.
"Estamos bastante empolgados com o fato de termos identificado um candidato acima de todos os padrões para a reativação e erradicação do HIV que já é aprovado e até utilizado por pacientes. Essa molécula tem um grande potencial de avanço em estudos clínicos tradicionais."
Fonte: Correio do Estado

Cadastro Positivo não faz bom pagador se livrar de juros altos

Criado há dois anos com o objetivo de baratear os juros para os bons pagadores, o Cadastro Positivo ainda não pegou no Brasil. O banco de dados foi regulamentado como política pública em agosto de 2013 com a proposta de fornecer o histórico de crédito dos consumidores cadastrados para instituições financeiras e varejistas. Na época, a promessa era de que as pessoas com ficha limpa na praça poderiam conseguir taxas de juros mais atrativas em diversas modalidades de financiamento, pois elas ofereceriam menos risco para os credores. Na composição dos juros, o risco de inadimplência tem peso que varia entre 25% e 30% da taxa aplicada na concessão do crédito.
Na teoria, o cadastro seria um alívio para quem é bom pagador. Mas na prática, as empresas que ofertam dinheiro ainda não fazem uso dos dados, de forma que o brasileiro se mantém refém de juros galopantes. Na quarta-feira, o Banco Central promoveu uma nova rodada de alta na Selic, que chegou a 14,25% ao ano, pressionando as taxas de produtos como o cartão de crédito, o cheque especial e o empréstimo pessoal.
Desde 2013, o cadastro atraiu cerca de 2 milhões de adesões. O número é considerado baixo diante da população economicamente ativa do Brasil, que gira em torno de 102 milhões de pessoas. Os motivos apontados para a lentidão variam. Para as duas empresas gestoras do cadastro, a Serasa Experian e a Boa Vista SCPC, o maior entrave está na necessidade de autorização do consumidor para integrar o cadastro. Na visão das gestoras, o Brasil deveria ter adotado o modelo usado em outros países, em que a inclusão no cadastro é automática e o participante pede para sair, se assim desejar.
“Desde a edição da lei que determinou que a operação fosse condicionada à autorização do cadastrado, a gente entendia que isso seria uma grande barreira para que o cadastro se ampliasse rapidamente”, afirma Dirceu Gardel, diretor-jurídico da Boa Vistas Serviços SCPC.
Para ele, o desconhecimento sobre o banco de dados dificulta a captação de consumidores. “As pessoas têm um grande receio de que os outros vejam informações da conta corrente delas, do Imposto de Renda. Mas o que é visto é somente o histórico de crédito”, explica.
Fernanda Monnerat, gerente de cadastro positivo da Serasa Experian, também bate na tecla do desconhecimento. “É um processo novo, as pessoas não têm conhecimento. E temos um problema de educação financeira”, diz. Ela afirma que a maior penetração das captações da Serasa está na classe C. “Esta fatia entrou para o mercado de consumo na última década, passou por um momento de frenesi e agora está vendo as consequências. Ela está com um grande apetite para aprender a melhorar sua situação”, avalia.
Para Miguel de Oliveira, diretor-executivo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), a conjuntura econômica também explica a estagnação do Cadastro Positivo, pois os bancos estão freando o ritmo dos empréstimos.
“O cadastro só funciona no ambiente da economia boa. Num ambiente recessivo, de alta de juros e com a renda das famílias comprometida, há uma falta de interesse das instituições. A partir do momento que o país voltar a crescer, os bancos vão passar a ter mais interesse na ferramenta”, avalia.
Histórico de crédito ajuda na hora da concessão
Apesar da demora na captação de clientes, os gestores do cadastro positivo prevêem o sucesso da política dentro de alguns anos. Eles acreditam que futuramente o banco de dados terá informações mais completas e encorpadas, atraindo mais interesse das instituições financeiras.
Segundo Fernanda Monnetar, a ferramenta também tem o potencial de promover a inclusão no sistema de crédito. “Podemos pensar em novas formas de concessão de crédito. Há trabalhadores autônomos que não têm comprovação de renda. O cadastro é uma forma de mostrar que ele tem poder financeiro, mesmo sem ter um contracheque”, diz.
O funcionamento do cadastro viria a calhar no momento atual. Segundo a Anefac, os juros do cartão de crédito chegaram a 12,54% ao mês em junho, o que representa 312,75%% ao ano. De acordo com a sondagem mensal da associação, as seis modalidades de crédito pesquisadas sofreram aumentos.
Depois do cartão, a maior taxa é a do cheque especial, que cobra juros de 10,01% ao mês (214% ao ano). As mais baixas foram encontradas no financiamento de veículos, a uma média de 2,1% ao mês.
Consumidor desconfia de segurança dos dados
Além do desconhecimento sobre o cadastro positivo, a desconfiança sobre a segurança das informações também dificulta o progresso das adesões. “A questão da privacidade ainda nos preocupa, pois não sabemos como é feito o compartilhamento de informações”, diz Maria Inês Dolci, coordenadora da Proteste.
Segundo Fernanda Monnerat, da Serasa, a empresa é certificada pelo ISO 27001, uma norma internacional de segurança da informação. “A gente optou por essa certificação para passar confiança em relação aos dados do consumidores”, afirma.
Segundo Dirceu Gardel, da Boa Vista, os gestores do cadastro também tomam precauções para que as empresas que fornecem crédito não usem os dados de forma abusiva, fazendo propagandas indiscriminadas.
“A lei impede a venda da informação em blocos. Um banco, ou uma empresa de telefonia, não pode nos pedir informações sobre todos os moradores de São Paulo, por exemplo. A partir do momento em que a empresa tem ou quer ter um relacionamento com o cliente, ela me passa o CPF para eu disponibilizar a informação”, explica.
Fonte: O Dia

Recalls de carros aumentam 130% em 2015

Principais problemas levantados pelo Procon-SP foram falhas no sistema de injeção de combustível (com 14 campanhas), seguido pelo sistema de airbag , com 11 chamamentos

De janeiro a julho deste ano foram feitas 70 campanhas de recalls de veículos, atingindo um total de 1.847.524 automóveis, segundo levantamento realizado pelo Procon-SP. O número representa uma alta de 130% na comparação com as 47 campanhas realizadas no mesmo períodos de 2014 (atingindo 802.688 veículos). O aumento de 130% se refere ao número de carros afetados. Quando se analisam as campanhas, a elevação é de 48%.
Os principais problemas apresentados foram falhas no sistema de injeção de combustível, com 14 campanhas, seguido pelo sistema de airbag , com 11 chamamentos.
Fonte: IG

Ranking com Top 10 tem aumento de 5,6% nas reclamações na semana

Ao todo, as empresas somaram 12.233 queixas. Net, Vivo e Sky aparecem na frente 

 
No período de 24 a 30 de julho, as 10 empresas com maiores volumes de reclamações somaram 12.233 queixas, um aumento de 5,59% em relação ao levantamento anterior.
De acordo com o ranking (detalhado acima), a Net segue como líder, com 2.198 reclamações. Apesar do volume, a empresa tem um bom índice de resposta e solução. Nos últimos seis meses, empresa de TV a cabo respondeu 99,9% dos problemas de seus clientes e conseguiu resolver 75%. Por isso, a empresa tem reputação "boa", segundo avaliação dos consumidores no Reclame AQUI.
Com 1.569 reclamações, a operadora Vivo aparece na segunda posição com 23,7% de índice de solução, seguida da Sky (1.478 reclamações e 71,2% de solução), Claro (1.365 e 21,7%), Oi (1.279 e 25,4%) e Tim (1.055 e 20%), todas consideradas "não recomendadas" no atendimento.
Varejo e eletrônicos
Na sétima colocação, aparece a loja virtual Extra.com.br, que teve 888 queixas na semana, possui índice de solução de 79% e reputação "boa". Assim como a Motorola, que teve 797 reclamações e 74,4% de média de casos resolvidos.
A Samsung fechou a semana na nova posição, com 791 reclamações e média de 51,9% de solução e reputação "ruim". Em décimo lugar, fechando o ranking Top 10, as lojas virtuais da Casas Bahia teve 786 queixas e resolveu 77% dos casos no último semestre.
Fonte: Reclame Aqui