terça-feira, 1 de março de 2016

Proteste faz campanha contra cobrança de bandeiras tarifárias na conta de luz

Conta de luz
A Proteste Associação de Consumidores está fazendo uma campanha contra a cobrança das bandeiras tarifárias nas contas e luz. Intitulada “Quem cala paga mais luz”, a campanha defende a devolução aos consumidores dos recursos arrecadados com o sistema.

O sistema de bandeiras tarifárias começou a ser adotado no país em janeiro do ano passado e, desde então, a bandeira aplicada era a vermelha, que significa o maior patamar de cobrança extra nas contas de luz. Mas, com a melhoria das condições dos reservatórios das hidrelétricas, a bandeira passou a ser amarela, a partir de hoje (1º), o que significa um acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Em abril, a bandeira passará de amarela para verde, ou seja, não haverá custo extra para os consumidores.
O que a Proteste defende é que o governo acabe de vez com o sistema de bandeiras tarifárias. “Nada impede que, na estação seca, a bandeira volte a ser amarela ou vermelha, e a conta volte a aumentar. A redução de 6% na conta de luz é irrelevante, diante dos mais de 50% de reajuste no ano passado”, ressalta a entidade.
A Proteste ajuizou ação civil pública na Justiça Federal de Brasília pedindo que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) compense em média R$ 106,79 por residência pelos prejuízos durante o período de vigência das bandeiras tarifárias. Segundo a Proteste, os brasileiros pagaram R$ 14,712 bilhões com essa cobrança. Também faz parte da campanha uma petição que será entregue ao Ministério de Minas e Energia pelo fim das bandeiras.
A Aneel informou que ainda não foi comunicada oficialmente sobre a ação da Proteste, mas explicou que o sistema de bandeiras tarifárias foi criado com o objetivo de sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.
Segundo a agência, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido. “As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar”, diz a Aneel.
No site da campanha, a Proteste disponibilizou uma calculadora de consumo para simular a economia na conta alterando o tempo de uso dos eletrodomésticos. Também há  um guia com dicas para reduzir o consumo de forma eficiente e orientações para os consumidores que sofrerem corte indevido de energia.
Fonte: Agência Brasil

Pesquisadores se associam para criar kit rápido de diagnóstico de zika e dengue

Image result for Pesquisadores se associam para criar kit rápido de diagnóstico de zika e dengue
Representantes de laboratórios públicos de três estados e de uma empresa privada de biotecnologia brasileira anunciaram hoje (1º), em Porto Alegre, uma parceria para desenvolver um kit rápido para diagnóstico dos vírus Zika, da dengue e da chikungunya. A parceria envolve a empresa de biotecnologia gaúcha Grupo FK-Biotec e os laboratórios Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Laboratório Farmacêutico do Rio Grande do Sul e Laboratório Farmacêutico de Pernambuco.

Os pesquisadores estimam que o produto estará disponível para uso da população em nove meses.  A produção dos kits está, agora, em fase de adequação dos testes às amostras brasileiras de vírus, o que dará mais precisão aos resultados
Segundo os pesquisadores, o kit será capaz de detectar se o paciente está infectado e também se já teve contato com os três vírus no passado. Essa possibilidade vai permitir mapear, com mais precisão, os locais de maior incidência desses microorganismos e, futuramente, determinar a imunidade da pessoa para cada vírus.
A expectativa dos representantes das empresas é que o produto, quando estiver pronto, possa ser oferecido à rede pública de saúde por meio de uma parceria de desenvolvimento produtivo (PDP). O preço de cada unidade no mercado deverá ser semelhante ao dos testes para detecção de HIV, que é de cerca de R$ 15.
Funcionamento
O produto vai funcionar de forma parecida com os testes para detecção do vírus HIV disponíveis no mercado. Com uma pequena amostra de sangue do paciente, por meio de um furo no dedo, será possível visualizar se houve reação entre o sangue e os antígenos presentes no produto. O resultado sai em até 15 minutos.
“A praticidade e rapidez do teste permitirá que ele seja feito tanto em hospitais quanto em postos de saúde e farmácias”, disse o médico e pesquisador da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Fernando Kreutz, diretor-presidente do Grupo FK-Biotec.
Os representantes das empresas acreditam que o governo federal, os estados e os municípios serão os maiores interessados no produto. “Os kits poderão ser comprados pelo Ministério da Saúde para serem distribuídos gratuitamente por meio do SUS para todo o Brasil”, disse Kreutz. O teste poderá ser vendido, também, para a rede privada de saúde.
A diretora do Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul, Marilina Bercini, assistiu à apresentação dos pesquisadores. Ela manteve uma posição de cautela ao falar sobre a viabilidade do uso do produto na rede pública de saúde. “Ainda precisamos ver na prática se o kit vai funcionar e qual vai ser o seu custo. Também é preciso que haja disponibilidade financeira. Isso é sempre uma decisão de governo e será feita no momento certo”, disse Marilina.
Fonte: Agência Brasil

Net e Vivo lideram ranking de empresas com mais reclamações em fevereiro

ReclameAqui revela quais empresas tiveram maior índice de insatisfação nos últimos 30 dias
Serviço mal feito, cobrança indevida, produto decepcionante: são muitos tipos de reclamações feitas pelos clientes brasileiros. E no topo das empresas com mais queixas em fevereiro estão Net, Vivo, Sky, Oi e Casas Bahia (Loja Virtual). Os números são do site Reclame Aqui, que acompanha e compila as reclamações dos consumidores durante todo o ano. 

ReclameAqui revela quais empresas tiveram maior índice de insatisfação nos últimos 30 dias
Com um total de 9.931 reivindicações, a Net está no topo. Em segundo lugar, vem a Vivo com 6.815 reclamações, seguida da Sky, com 5.537. Em quarto e quinto lugares estão a Oi e Casas Bahia, com 5.334 e 4.162 reclamações, respectivamente.
Apesar de liderar as reclamações, a Net respondeu a 99,4% dos clientes, com média de 3 dias e 17 horas para resposta. Dos relatos dos últimos seis meses houve resolução de 72,2%, o que justifica a reputação "regular" da empresa no site. 
A segunda colocada do ranking, a Vivo, é uma empresa "não recomendada" (a pior classificação) e que aparece no site com 0% de atendimento aos clientes. Ainda de acordo com os dados do site, a empresa resolveu apenas 22,5% dos casos reclamados. ?Quadro parecido tem a Oi, que, em quarto lugar, também com 0% de respostas e apresenta nível de solução de 28,7%.
A terceira Sky colocada também é considerada "não recomendada" no site. A empresa de TV por assinatura responde a pouco mais da metade das suas reclamações (51%), resolvendo 59,5% dos casos.  
Fechando o grupo das cinco piores, a Casas Bahia é uma empresa classificada como "ruim" nos atendimentos dos últimos seis meses, mesmo com 63.3% dos casos solucionados e o nível alto de respostas aos clientes (94,9%). O tempo médio para o retorno talvez justifique a nota, já que é bem mais longo que da primeira colocada, cerca de 20 dias. 
Um dado curioso é que as empresas Vivo, Sky e Oi também estão no topo 5 das mais reclamadas no ranking do qual participam apenas as empresas “não recomendadas ou ruins”) do site. 
O Reclame aqui segue alguns critérios, tais como um mínimo de reclamações, período, se as empresas são ou não cadastradas no site, além de avaliar a espera por resposta pelos clientes. 
iG entrou em contato com a assessoria de imprensa das empresas reclamadas. 
Por meio de nota, a NET respondeu que é uma das poucas operadoras de telecomunicações que responde aos questionamentos de clientes e, por isso, é avaliada pelo site como uma empresa de boa reputação. "Diferentemente dos clientes de outras operadoras, os clientes da NET consideram o Reclame Aqui um canal de atendimento, o que justifica a posição de empresa no ranking", diz trecho do comunicado.
Já a Oi disse que investiu cerca de R$ 3 bilhões no período de janeiro a setembro de 2015 na expansão e melhoria da qualidade da rede móvel (3G e 4G) e da rede fixa para serviços de banda larga e TV paga. "A operadora está priorizando investimentos em suas redes de telecomunicações, para melhoria da qualidade do serviço aos clientes em todas as regiões", explica a empresa, acrescentando que vem apresentando melhoras nos índices de avaliação da Anatel.
As outras empresas não responderam até o fechamento da publicação.
Veja o ranking completo
Mais reclamadas nos últimos 30 dias (Todas as empresas)
1° Net Serviços (tv, Banda Larga e Telefone)-  9902
2° Vivo (celular, Fixo, Internet, Tv) - 6805
3° Sky - 5527
4° Oi (móvel, Fixo, Tv)- 5325
5° Casas Bahia - Loja Virtual - 4151
6° Claro - 3960
7° Tim Celular - 3935
8° Motorola do Brasil - 3914
9° Extra.com.br - 3743
10° Samsung Electronics - 3553
11° Netshoes - 3365
12° Correios Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - 3254
13° Ponto Frio - Loja Virtual - 3224
14° Claro Tv - 2769
15° Banco Itaú S/a - 2466
16° Sony Mobile / Xperia - 2369
17° Gvt - 2110
18° Americanas.com - Loja Virtual - 2035
19° Mercado Livre - 1862
20° Itaucard - 1861

Fonte: Brasil Econômico

Contas de energia ficam mais baratas a partir de hoje

Image result for Contas de energia ficam mais baratas a partir de hoje
Com a mudança, o custo para os consumidores cai de R$ 3 para R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos

As contas de energia de todos os brasileiros ficarão mais baratas a partir de hoje desde que, em janeiro de 2015, foi criado o sistema de bandeira tarifária. Nesse mês de março a cor da bandeira não será vermelha e sim amarela. Com a mudança, o custo para os consumidores cai de R$ 3 para R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que redução média de 3% no valor da conta em março. Essa redução pode chegar a 6%, em abril, quando a bandeira irá para verde e a cobrança extra será suspensa já que a bandeira passará de amarela para verde, ou seja, não haverá custo extra para os consumidores.
O aumento de chuvas neste ano, que melhorou o volume dos reservatórios das hidrelétricas, aliado à redução da demanda e inclusão de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro, possibilitou a mudança das bandeiras tarifárias nos últimos meses. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destaca que, mesmo com a melhoria nas condições de geração, o sinal para o consumo ainda é de alerta, e os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios.  

Fonte: iBahia

7 dicas para combater a inflação no seu dia a dia

tomate
Boa parte dos brasileiros já sentiu o peso da inflação em seus bolsos por conta do aumento do preço em produtos essenciais do dia a dia. E não deve parar por aí: a expectativa é de que, até o final do ano, isso aumente ainda mais.

Por isso, cada vez mais é importante ter educação financeira e saber contornar os preços altos do mercado. “É necessário fazer um diagnóstico financeiro detalhado dos gastos, descobrindo para onde está indo cada centavo do dinheiro”, apontou Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros).
executivo separou algumas dicas para combater a inflação no seu dia a dia, economizando nas contas. Confira:
1. Energia, água e gás
Banhos longos, luzes acessas e dispositivos ligados na tomada podem consumir muita energia elétrica sem perceber – e esses são gastos que passam despercebidos até o momento de pagar a conta. O mesmo acontece com o uso de água e gás.

Economizar no uso desses recursos e tomar mais cuidado ao usá-los vai acarretar em uma economia na conta no final do mês.
2. Conta de celular e telefone
As tarifas de telefone e das operadoras de celular podem aumentar e, por isso, o executivo recomenda comparar os valores e, se possível, optar somente por um dos meios – atualmente, é mais econômico e comum ficar sem telefone fixo do que sem celular.

Além disso, outro aspecto ao qual é importante prestar atenção é o plano de celular contratado que, muitas vezes, pode conter itens que você não utiliza.
3. Supermercado
O preço de alguns itens básicos aumentou em grandes proporções, o que pode prejudicar ainda mais o seu bolso. Reinaldo recomenda fazer uma lista de compras com os itens que são realmente necessários e optar por marcas mais baratas.

Tome cuidado também com as promoções: às vezes pode parecer vantajoso levar produtos em maior quantidade pelo preço de um, mas você pode estar desperdiçando dinheiro.
4. Reutilize
Materiais escolares, por exemplo, são itens que podem ser reutilizados no ano seguinte. Assim você consegue economizar – e esses não são produtos baratos.

A recomendação de Reinaldo é que você pense em todos os outros itens de sua casa que podem ser reutilizados e não gaste duas vezes.
5. Gastos com lazer
Um dos gastos mais fáceis de controlar são os relacionados a passeios, restaurantes e lazer no geral. Com a inflação, o cinema, por exemplo, tem ficado cada vez mais caro – e por isso é recomendado evitar passeios mais custosos. Dê preferência a opções de lazer caseiras ou que tenham preços menores.

6. Pequenos gastos
Esses são os grandes vilões de seu orçamento: como são gastos pequenos, eles passam despercebidos e, ao final do mês, o valor to


Fonte: InfoMoney

Procon-RJ autua operadoras de planos de saúde Unimed-Rio e Salutar por falhas no atendimento

unimed_e_salutar_1456775578.jpg
O Procon Estadual autuou as operadoras de plano de saúde Unimed-Rio e Salutar por falhas na prestação do serviço. Elas não estavam cumprindo os prazos de atendimento estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde suplementar (ANS) e também estavam negando a cobertura médica aos clientes. As reclamações eram tantas que a ANS suspendeu as vendas de 28 planos dessas operadoras - 25 da Unimed-Rio e três da Salutar.
De acordo com o Procon-RJ, o comportamento das operadoras configura descumprimento da oferta, uma vez que as condições nas quais o serviço foi oferecido e contratado não são cumpridas pela empresa. Nesse sentido, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) considera enganosa qualquer propaganda que induza o consumidor ao erro a respeito das características e qualidades de produtos e serviços.
As operadoras têm 15 dias úteis, contados a partir do recebimento da notificação, para apresentar a sua defesa na autarquia. Se o prazo não for cumprido ou os argumentos não forem aceitos pelo Setor Jurídico do Procon Estadual, as empresas serão multadas.

Fonte: Procon-RJ

Cuidado com as cobranças indevidas e pegadinhas em restaurantes


Seja ou não em tempos de crise, um serviço que nunca perde a clientela são os restaurantes, não importa se para um almoço de negócios, um lanche entre uma atividade e outra ou um jantar com os amigos. Mas será que tudo o que os restaurantes estabelecem como regra é legal?
Posso dividir o prato?
O restaurante não pode se negar ao pedido do cliente de dividir o prato com seu acompanhante, pois disponibilizar a louça é uma obrigação inerente à sua prestação de serviço. Proibindo a divisão o restaurante se recusa a prestar um serviço pelo qual o cliente está se propondo a pagar, sendo esta uma prática abusiva nos termos do artigo 39, incisos II e IX do CDC (Código de Defesa do Consumidor). É comum a cobrança de uma taxa pela divisão, que também é abusiva, pois a quantidade de comida a ser servida é a mesma. O cliente optou por dividir a refeição e deve pagar o preço pelo prato escolhido, caso o fornecedor receba mais por isso caracteriza-se como vantagem manifestamente excessiva (artigo 39, inciso V do CDC).  
Pedido demorou demais...
O consumidor tem todo o direito de ir embora caso seu pedido demore demais para chegar, Não é necessário pagar pelo pedido que não veio, somente será responsável pelo pagamento do que consumiu.  
Tem uma mosca no meu prato!
Caso o consumidor encontre algum “corpo estranho” em seu prato ou a comida esteja com sabor e odores estranhos é possível exigir um novo prato ou se recusar a efetuar o pagamento, independente de quantidade consumida. É importante formalizar uma denúncia no órgão de vigilância sanitária do município pela falta de higiene do estabelecimento.
Pizzas meio a meio
É de conhecimento geral que as pizzarias cobram o valor mais alto quando um consumidor pede uma pizza com dois sabores. Preço é liberalidade do fornecedor, portanto, é permitida essa diferenciação de preço. Caso o consumidor ache o preço elevado nada o impede de prestigiar outra pizzaria. A forma de cobrança deve ser informada com clareza e ostensivamente para que o consumidor tenha perfeita compreensão antes de fazer o pedido, conforme previsão dos artigos 6º III e 31 do CDC. 
Taxa desperdício? Não!
Para o Idec, cobrar qualquer valor de quem não come tudo o que colocou no prato é abusivo, configurando vantagem manifestamente excessiva pelo restaurante (artigo 39, V, do CDC). No entanto, é indispensável um consumo consciente para evitar o desperdício de alimentos. O bom senso deve prevalecer, sempre!  
Meios de pagamento
Os estabelecimentos comerciais não são obrigados a aceitar cartões de débito e crédito, porém, caso aceitem não podem impor um valor mínimo para efetuar o pagamento. Caso o restaurante esteja “sem sistema” deve avisar previamente os consumidores antes que eles façam o pedido para evitar constrangimento na hora de pagar a conta.  
Outras cobranças comuns
A consumação mínima é uma quantia estabelecida pelo proprietário que funciona como uma “entrada” para bares e casas noturnas. Para o Idec essa cobrança é ilegal em qualquer estabelecimento, porque condicionar o fornecimento de serviços ao consumo de quaisquer outros produtos (bebida, alimentação, etc.) configura venda casada (art.39, inciso I do CDC).  
A taxa de serviço nada mais é do que uma gorjeta que, por sua própria natureza, é facultativa. As casas que cobram a taxa de serviço devem informar o consumidor, no cardápio ou na própria conta, sobre a facultatividade do pagamento, além do percentual e valor cobrado. Trata-se de pagamento opcional pelo consumidor tendo em vista que a remuneração dos funcionários é, exclusivamente, de responsabilidade do proprietário do estabelecimento comercial. 
Perda da Comanda: a responsabilidade pelo controle do consumo da clientela é do fornecedor, porém se este não tiver esse controle deverá cobrar o valor declarado pelo consumidor como consumido. Já nos estabelecimentos que fazem controle dos gastos, o valor a ser pago deve ser o por ele apurado. Nos locais que usam o sistema de comandas e que ficar provado que a perda se deu por descuido do consumidor, será permitido a cobrança de multa pela falta de zelo do cliente, desde que previamente informada e que não exceda 10% do valor da conta. 
Couvert. É importante saber também que o consumidor não é obrigado a consumir o "couvert" (petiscos servidos antes do prato principal). Servi-lo sem que o consumidor seja consultado previamente é prática abusiva, proibida pelo CDC. Além disso, por se tratar de produto entregue sem a solicitação do consumidor, equipara-se à amostra grátis, não havendo obrigação de pagamento. Se não for mesmo uma cortesia, o restaurante deve perguntar aos consumidores se eles aceitam o couvert ou não.  
Muitos restaurantes, bares e casas noturnas também oferecem o ‘couvert artístico’, ou seja, cobram pela apresentação, geralmente musical, de algum artista enquanto os consumidores fazem a refeição. O Idec entende que a cobrança de ‘couvert artístico’ é legal, desde que haja apresentação artística ao vivo (não em telões, por exemplo).  Além disso, em respeito ao direito básico à informação, os dias e horários de apresentações artísticas, bem como o valor cobrado pelo ‘couvert artístico’, devem ser afixados em local visível, logo na entrada do estabelecimento, para que o consumidor possa ser previamente informado. 
Se qualquer taxa abusiva for incluída na conta, o consumidor deve conversar com o gerente do restaurante e explicar que não existe autorização legal para aquela cobrança. Se a conversa amigável não funcionar e o consumidor for obrigado a pagar a taxa, recomenda-se que ele exija a nota fiscal discriminada para posterior reclamação junto ao Procon da sua cidade.
Fonte: Idec

As armadilhas dos vendedores de carros novos

Concessionária
Documentação, só aqui
Você encontra o carro de seus sonhos e em condições melhores do que as esperadas. Com tudo combinado, o vendedor diz na última hora que a documentação, que inclui o emplacamento na revenda, vai custar R$ 1500.
Você diz que prefere fazer a documentação por conta própria, mas o vendedor diz que não é possível. Se isso acontecer, pode procurar o Procon. Isso é a chamada venda casada – do carro e dos serviços de documentação.
Há quem aceite por conveniência, mas não faz sentido pagar sete vezes mais por um simples serviço de despachante. Feito por conta própria, o emplacamento, em São Paulo, custa R$ 223,53, além do pagamento do Dpvat e do IPVA.
O brinde que é de série
Cada dia mais é preciso conhecer o carro em que se está interessado e tudo o que ele oferece. Alguns, por exemplo, já trazem protetor de cárter e tapetes de série, mas não é raro o vendedor oferecê-los como um bônus.
Portanto, saiba tudo o que seu sonho de desejo traz de série para não cair em conversa mole, que só cola diante da sua desinformação.
O primeiro passo é pesquisar no site da montadora e o segundo pode ser uma pesquisa entre outras concessionárias para saber se o que lhe ofereceram é um acessório grátis ou vem de série com o carro.
O facilitador de consórcio
Ao comprar um carro com carta de crédito, também não é incomum que o vendedor diga que o processo de aprovação de consórcios seja difícil, demorado e que até impeça o negócio de acontecer.
Pura chantagem: serve para apresentar um “facilitador”, alguém que, por uma módica contribuição monetária, vai desembaraçar os trâmites e garantir seu carro, novo ou usado, na garagem.
Lembre-se de que uma carta de crédito é praticamente dinheiro vivo, o que lhe dá mais poder de negociação na compra do que se entrasse com um financiamento ou desse seu carro como parte de pagamento. Por isso pechinche sem dó.
Jogo de empurra-empurra
Seu carro está comprado, mas a data de entrega fura. Ou ele vem com algum defeito ou arranhão. Ou qualquer outro problema do tipo.
Você procura o vendedor para esclarecer o problema e ele diz que agora a coisa não é mais com ele, mas com o “departamento de entrega”. Você procura o departamento de entrega e eles dizem que quem resolve isso é o vendedor.
Começa um jogo de empurra-empurra que tira do consumidor a paciência e o cumprimento daquilo que ele contratou.
Evite os aborrecimentos: procure logo o gerente e resolva com ele. Afinal de contas, você não fez negócio com uma pessoa física, mas sim com a loja ou concessionária. E é ela que deve resolver qualquer pendência.
Carro zero rodado
É fato: você nunca comprará um automóvel sem alguns quilômetros no hodômetro. Isso porque ele precisa ser manobrado, colocado na cegonheira, manobrado de novo e por aí afora.
A questão é o quanto é razoável ele ter rodado antes de ser vendido na concessionária. Mais que 10 km num carro nacional e 20 km num importado (por conta da logística mais complicada) podem indicar algum tipo de abuso.
E esse abuso também configura descumprimento de oferta, o que abre brecha para pedir uma indenização e até a chance de desfazer o negócio.
Pronta entrega não tão pronta
Com estoques em alta, é cada vez mais fácil achar um carro para pronta entrega. Mas tome cuidado com o que o vendedor diz no ato da venda, esse “pronta entrega” pode significar alguns dias ou até mais de uma semana.
Quando você está buscando uma versão com equipamentos ou cores menos comuns, a demora pode chegar a 90 dias.
Legalmente não existe prazo razoável de espera, só o combinado. Se comprar seu carro com urgência, faça constar por escrito quando ele deve ser entregue.
Se o prazo não for respeitado, a empresa incorre em descumprimento de oferta, segundo Christian Printes, advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). 
O prazo “preto no branco” ajuda a provar isso. Cuidado com a instalação de acessórios, como película nos vidros, que pode virar desculpa para atrasos. Se comprar alguma coisa extra, peça que isso seja considerado no prazo de entrega. Por escrito.
Outro cuidado que se deve ter com atrasos é que eles podem indicar problemas mais graves. Já houve vários casos de concessionárias que, prestes a falir, venderam e não entregaram.
Antes de fechar negócio, procure se informar com outros clientes e consulte os serviços de proteção ao consumidor, como o Procon e sites de reclamação.
Taxa zero. Zero vírgula...…
Muitas montadoras estão oferecendo taxa zero de juros nos seus financiamentos para tentar manter os níveis de produção do ano passado. As condições para essas compras a prazo normalmente são muito específicas, com a exigência de 50% ou 60% do valor total e um máximo de 24 parcelas para o restante.
O problema é que o juro zero talvez seja zero vírgula alguma coisa. Tudo por conta de taxas já proibidas pelo governo, como a TAC, a Taxa de Abertura de Crédito.
Ou mesmo de taxas permitidas, como as de análise de crédito, mas muito superiores às normalmente cobradas. “Essa taxa costuma ficar entre R$ 30 e R$ 50, mas já vimos cobrarem até R$ 1500”, diz Printes.
Na dúvida, peça para ver o Custo Efetivo Total, ou CET, que deve constar no contrato de financiamento. Ele deve ser muito próximo de zero. Se não for, reclame.
Revisão grátis... ou quase
A promessa de primeira revisão gratuita do carro precisa ser lida com o máximo de atenção. Há casos em que só a mão de obra é de graça. Há outros em que o desconto na compra do carro elimina a gratuidade da primeira revisão.
Antes de comprar o carro tomando essa promessa como vantagem, informe-se bem sobre o que ela realmente envolve e entrega.
Caixinha, doutor?
Algo que pode dar prejuízo, ainda que não diretamente ligado à compra, é o pedido de uma “caixinha” pelos serviços que a concessionária tem de prestar por obrigação.
Foi o que aconteceu, por exemplo, com a entrega do nosso Volkswagen Up! do teste de Longa Duração, publicado na QUATRO RODAS de junho.
Em geral o funcionário vende como favor uma obrigação, para a qual ele já é treinado dentro da concessionária. Nestes casos, não se sinta refém da situação nem receoso de parecer muquirana: só dê caixinha se você achar que teve um atendimento fora de série e porque sentiu vontade de fazê-lo. Quem pede normalmente é quem menos merece.
Inspeção na sua conta?
Para comprar o carro novo dos sonhos, é comum colocar o usado no negócio. A novidade é que, para aceitar o usado, muitas revendas andam exigindo que se faça uma inspeção veicular prévia.
O problema é que a revenda tenta espetar o custo dessa inspeção no lombo do cliente. Se ele fosse comprar um usado, teria de pagar a inspeção para vender seu carro e outra para se certificar de que seu novo automóvel está nos conformes.
Não aceite: o interessado em comprar seu usado é a concessionária. Ela que pague pela inspeção ou que tenha técnicos especializados em detectar problemas.

Fonte: Exame

Microcefalia: superintendente do INSS no Nordeste pede pensão especial a bebês

João Heitor, com microcefalia, tem dois meses e aguarda mais de um mês pelo atendimento do INSS
O superintendente no Nordeste do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Rolney Tosi, apoia a criação de uma pensão especial para bebês com microcefalia, em decorrência do vírus Zika, proposta feita pelo estado de Pernambuco. O gestor enviou nessa segunda-feira (29) uma carta à presidência do instituto mostrando a proposta.

A carta é resultado do entendimento de vários órgãos participantes de um seminário, na quinta-feira (25), sobre assistência social voltada às crianças com microcefalia decorrente do Zika. A ideia foi levada ao encontro pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude pernambucana.
A razão citada pelo secretário da pasta, Isaltino Nascimento, é que nem todas as famílias se enquadram nos critérios para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), do INSS.
“Concordo [com a proposta], porque estamos vendo o que sai na imprensa. Não se sabe até quanto tempo essas crianças podem sobreviver, e a gente vê que é uma necessidade que toda família vai ter, principalmente no começo da vida desses bebês”, defende o superintendente do INSS.
Baixa renda
O casal João Batista Bezerra, de 54 anos, e Nadja Cristina Gomes Bezerra, de 42 anos, pais de Alice, de 4 meses, se enquadra no perfil de baixa renda, mas não no do BPC. Ele trabalha com limpeza de aviões, e ela era atendente de telemarketing até ser afastada, por depressão. Como entrou de licença maternidade, deixou de receber auxílio-doença, e agora, para acessar o benefício novamente (desta vez para acompanhar a bebê), precisa agendar outra perícia do INSS.
"Vão ser meses sem receber. Meu marido ganha pouco. Ate lá, como vamos aguentar tanto gasto", desespera-se, ao contar a história para a neuropediatra da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), Vanessa Van der Linden, durante a primeira de duas consultas que Alice teria, em instituições diferentes, na última quinta-feira passada.
Para criar a pensão, a proposta se espelha em um caso de contaminação ocorrido em Caruaru, interior de Pernambuco, há uma década. Cerca de 90 famílias passaram a receber um benefício especial, pago pela Previdência Social, porque membros da família que faziam hemodiálise morreram ou tiveram limitações permanentes depois que a água usada no tratamento foi infectada. Hoje, de acordo com o superintendente, ainda restam 55 pensões. “Pelo menos, do meu conhecimento, é o único caso.”
Atualmente, os recursos do Benefício de Prestação Continuada não saem do orçamento da Previdência Social, mas do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Caso fosse criado o benefício especial, Rolney Tosi não sabe se a pensão passaria para o INSS. “Tem que ser votado pelo Congresso. Vai depender de como vão fazer a lei.”
Acesso ao benefício
O Benefício de Prestação Continuada é concedido a pessoas com deficiência de qualquer idade, desde que tenham impedimentos de longo prazo, de natureza física ou mental, e atendam ao critério da renda. A transferência mensal é de um salário mínimo, e não é preciso ter contribuído com a Previdência Social.
Para acessar o benefício, é preciso passar por uma perícia médica da Previdência Social, que vai identificar se há deficiência e qual o grau de impedimento imposto à pessoa. O início do processo é feito em uma agência do INSS. É possível agendar atendimento pelo telefone 135 (ligação gratuita) ou pela internet (www.previdenciasocial.gov.br).
Fonte: Agência Brasil

ONU Mulheres lança pesquisa no Brasil sobre igualdade de gênero

mulheres
A ONU Mulheres, em parceria com o portal PapodeHomem, lançou hoje (1°) no Brasil a pesquisa Precisamos Falar com os Homens. Feita pela internet e viabilizada pelo Grupo Boticário, a pesquisa é aberta a todas as pessoas e aborda temas como machismo, feminismo e violência entre parceiros.

O objetivo é entender como os homens podem participar do diálogo pela igualdade de gênero e identificar como as mulheres percebem o papel dos homens na sua vida e na sociedade hoje, apontando as principais tensões culturais que geram sofrimento e desigualdade.
A pesquisa é a segunda etapa de um processo que começou com entrevistas com especialistas e pessoas comuns, no Recife, Rio de Janeiro e em São Paulo, em busca de histórias inspiradoras. A pesquisa e as entrevistas resultarão em um documentário sobre o tema, que será divulgado mundialmente ainda este ano.
O trabalho é parte da campanha ElesPorElas (HeForShe), lançada pela ONU Mulheres em 2014. A iniciativa convoca os homens a refletir e a participar ativamente da defesa dos direitos das mulheres, enfrentando estereótipos machistas que perpetuam a desigualdade de gênero.
No site da campanha, qualquer pessoa pode assinar o compromisso ElesPorElas. Mais de 680 mil já assinaram em todo o mundo. O ranking dos países que mais participaram inclui os Estados Unidos, o Reino Unido, Equador, México e Canadá.
Mais de 22 mil brasileiros já participaram da campanha. Entre os que assinaram o compromisso, 21.353 são homens. Temas como violência e mercado de trabalho são apontados pelos brasileiros como prioritários na igualdade de gênero.
A Islândia, país com aproximadamente 320 mil habitantes, tem o maior percentual de assinaturas no mundo - um em cada 18 homens já aderiu ao compromisso.
Fonte: EBC

Lista da ANVISA dos alimentos com maior nível de contaminação

Se você acha que frutas e legumes eram saudáveis, é melhor rever seus conceitos. Ao invés de nutrientes, você pode estar ingerindo produtos tóxicos que fazem muito mal para sua saúde.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou uma lista com alimentos considerados saudáveis por todos, mas que em testes exibiram alto nível de contaminação por agrotóxicos. Para fazer o levantamento, a Anvisa levou em consideração dois pontos fundamentais:
1) Teores de resíduos de agrotóxicos acima do permitido;
2) Presença de agrotóxicos não autorizados para o tipo de alimento.
O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos de Alimentos analisou quase 2.500 amostras de 18 tipos de alimentos nos estados brasileiros. O resultado das análises é preocupante: cerca de 1/3 dos vegetais que o brasileiro mais consome apresentaram resíduos de agrotóxicos acima dos níveis aceitáveis.
850-2
Se você acha que frutas e legumes eram saudáveis, é melhor rever seus conceitos. Ao invés de nutrientes, você pode estar ingerindo produtos tóxicos que fazem muito mal para sua saúde. Os agrotóxicos são amplamente utilizados no campo para proteger as plantações de pragas. Um levantamento de 2010 indica que só naquele ano foram usadas 1 milhão de toneladas de agrotóxicos em plantações no país. Isso dá cerca de 5 kg para cada brasileiro. Na lista, quase todas as amostras coletadas de pimentão apresentavam contaminação acima do aceitável. Só a batata se salvou, não apresentando nenhum lote contaminado.
Consumo de alimentos contaminados pode causar câncer
A Anvisa alerta os consumidores para os riscos de se ingerir agrotóxicos. Segundo o órgão, o consumo prolongado e em quantidades acima dos limites aceitáveis pode acarretar vários problemas de saúde. Uma menor exposição pode causar dores de cabeça, alergias e coceiras, enquanto uma exposição maior pode causar distúrbios do sistema nervoso central, mal formação fetal e câncer.

A Academia Americana de Pediatria conduziu um estudo com mais de mil crianças, onde 119 apresentaram transtorno de déficit de atenção. Essas 119 crianças passaram por exames mais detalhados e constatou-se que seus organismos tinham organofosforado (molécula usada em agrotóxicos) acima da média.
850-3
Fonte: guiadenutricao.com.br

Em SC, morador que adotar animal de rua ganha desconto do IPTU

ONG colabora com cadastro dos novos donos e vacinação dos bichos

Em Araquari, Santa Catarina, a prefeitura encontrou uma solução para ajudar animais de rua e diminuir os gastos da população. Desde 2014, os moradores que adotam algum cão ou gato abandonados ganham de 25% a 50% de desconto no Imposto Predial de Territorial Urbano, o famoso IPTU.
A medida, inclusa na Lei 2917/2014, funciona com a ajuda de uma ONG de proteção aos animais, que fica responsável por cadastrar os interessados na adoção, além de vaciná-los antes de entregá-los aos novos donos. Fica a dia para outros municípios!

Fiscalização

E se pessoas interessadas apenas no desconto do IPTU começarem a adotar os animais e não cuidarem bem deles? A Prefeitura também pensou nisso: segundo o texto da lei, agentes do governo ficarão responsáveis por visitar as casas dos adotantes. Caso seja constatado que os bichos estão sofrendo maus-tratos, o benefício no imposto estará automaticamente suspenso.
O desconto no IPTU é apenas umas das medidas previstas na Lei, que contém 12 artigos em defesa dos animais. Ela também garante que o poder executivo incentive, viabilize e desenvolva programas para o controle reprodutivo de cães e gatos. Além disso, devem ser promovidas medidas protetivas, registro, esterilização cirúrgica, adoção e campanhas educacionais para conscientização pública.
Fonte: Exame / Hypeness

Receita recebe declaração do Imposto de Renda a partir de hoje

Brasília - Receita Federal libera o programa da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2016, ano-base 2015 (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoas Física 2016 (IRPF) começa hoje (1º) e termina no dia 29 de abril. O programa gerador da declaração para ser usado no computador pode ser baixado no site da Receita Federal. A Receita liberou para download um “perguntão” elaborado para esclarecer dúvidas quanto à apresentação da declaração do imposto referente ao exercício de 2016, ano-calendário de 2015.

Quem perder o prazo está sujeito à multa de 1% do imposto devido por mês de atraso ou de R$ 165,74, prevalecendo o maior valor. A multa máxima equivale a 20%.
O aplicativo do Imposto de Renda para dispositivos móveis (tablets e smartphones) na versão Android para a Google Play deve ser liberado hoje na loja virtual da empresa. De acordo com a Receita, a versão iOS já foi enviada para a Apple e aguarda autorização.
A versão online da declaração, que estará disponível no Centro Virtual de Atendimento (eCAC) para usuários com certificado digital, é prevista também para ser disponibilizada hoje.
Cerca de 28,5 milhões de contribuintes deverão enviar à Receita Federal a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física em 2016. A estimativa é do supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir. O número representa crescimento de 2,1% em relação aos 27,9 milhões de documentos entregues no ano passado.
Fonte: Agência Brasil