segunda-feira, 29 de junho de 2015

Vendas de supermercados sobem 0,34% em maio

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As vendas em supermercados cresceram 0,34% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2014. Segundo balanço divulgado hoje (29) pela Associação Brasileira de Supermercados, em relação a abril,o resultado de maio representa queda de 2,53%.

No acumulado de janeiro a maio, o movimento teve aumento de 0,59% em relação ao mesmo período do ano passado. Para o presidente do Conselho Consultivo da Abras,  Sussumu Honda, os números mostram que o setor tem se mantido estável. “O nosso indicador mostra certa estabilidade nas vendas do setor até maio. Mas estamos acompanhando atentamente o movimento dos consumidores nas lojas e as alterações de hábitos de consumo - redução das compras ou troca de marcas”, ressaltou.
Segundo Honda, o aumento do desemprego tende a afetar a renda dos consumidores, por isso, as lojas devem investir em promoções para manter o movimento. “Com esse cenário, nossa expectativa é continuar trabalhando junto com nossos fornecedores para atrair os clientes, oferecendo melhores serviços e preços competitivos”, acrescentou.
O setor supermercadista faturou em 2014 R$ 294, 9 bilhões e emprega 1,75 milhão de pessoas.
Fonte: Agência Brasil

Medicamento Standor tem lote suspenso pela Anvisa

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Anvisa suspendeu  a distribuição , comercialização  e uso, do lote 1224475 do medicamento Standor. Ácido mefenâmico, 500 mg, comprimido ,válido até (09/2016). 

A determinação ocorreu após a empresa União Química Farmacêutica Nacional S.A, fabricante do produto; comunicar o recolhimento voluntário em razão da presença de amostras danificadas no interior de blisteres do lote citado.
A  Anvisa  determinou  que a empresa  promova o recolhimento  do  estoque existente no mercado.
A medida está na Resolução nº 1.883/2015, publicada nesta segunda-feira (29/6) no Diário Oficial da União (DOU).
Fonte: Anvisa

Tipos de empréstimos para resolver emergências financeiras e seus prós e contras

InfoMoney ()
Mesmo que você tenha um bom controle financeiro, não são raras as situações em que a necessidade de dinheiro é imediata. Pode ser um problema de saúde, compras essenciais, uma dívida muito alta, entre outras razões.
Por isso, é importante que a pessoa tenha uma reserva financeira para emergências para que essas situações inesperadas não acabem arruinando o orçamento.
Sendo o site GuiaBolso, quem não tem uma reserva de emergência e precisa resolver os problemas rapidamente não tem outra solução: precisa pedir dinheiro emprestado. Existem algumas opções no mercado, como empréstimo consignado, cheque especial, empréstimo pessoal, entre outras. Confira as vantagens e desvantagens de cada uma:
Empréstimo consignado
Nesta modalidade o desconto da prestação é realizado diretamente na folha de pagamento ou de benefício previdenciário de quem contrata. Por oferecer mais segurança para instituição credora, os juros cobrados são substancialmente mais baixos do que no caso do cheque especial ou cartão de crédito. No entanto, nem todos tem acesso a esta modalidade de empréstimo, como pessoas que trabalham com autônomos, por exemplo. Além disso, é preciso estar ciente que parte da sua renda já estará comprometida com o empréstimo.
Empréstimo pessoal
Conseguir um empréstimo pessoal pode ser mais fácil do que um consignado, já que, no caso de correntistas da instituição financeira, é possível fazer o pedido até mesmo pelo Internet Banking da instituição. No entanto, as taxas são mais altas que no modelo consignado e nem todos são elegíveis a um empréstimo pessoal: quem tem o nome sujo, em geral, não consegue ter acesso, assim como pessoas com restrição de crédito.
Cheque especial
O único ponto positivo do cheque especial é a facilidade de acesso. Como está disponível na conta corrente, pode ser usado imediatamente. No entanto, as taxas de juro cobradas nesta modalidade estão entre as mais altas do mercado. Ou seja, quando você não consegue quitar o débito rapidamente pode pagar até mais do que o dobro do que pegou emprestado. Só use este recurso para cobrir um pequeno rombo e devolva a quantia que pegou emprestada o mais rápido possível para não sofrer com os juros.
Rotativo do cartão de crédito
Assim como o cheque especial, o rotativo do cartão de crédito se destaca pela facilidade: caso tenha um limite de saque pré-aprovado, é possível sacar o dinheiro diretamente do caixa eletrônico. No entanto, os juros cobrados são altíssimos, superando os do empréstimo consignado e pessoal. Só vale a pena em emergências e deve ser pago assim que possível para não ter que arcar com juros altíssimos.
Pessoas físicas
Quem precisa de dinheiro para resolver seus problemas pode recorrer também a pessoas físicas. Pedir a ajuda a amigos ou familiares pode ser uma opção vantajosa principalmente pelo fato de não ter que pagar juros. No entanto, é preciso muita intimidade com a pessoa e até mesmo coragem para fazer o pedido. Além de conhecidos, há pessoas físicas, mais conhecidos como agiotas, que oferecem a possibilidade de emprestar dinheiro mesmo a quem está com o nome sujo do mercado. Esta é a pior opção para quem precisa de dinheiro emprestado, já que, além de nada confiáveis, estas pessoas cobram juros altíssimos, podendo até mesmo superar os do cheque especial.
Fonte: MSN

Nove dicas para fazer a bateria do celular durar mais

Reduzir o tempo de bloqueio da tela e desligar bluetooth são duas das dicas para fazer a bateria render
A bateria do seu celular sempre acaba quando você mais precisa? E quando não há nenhuma tomada por perto para carregá-lo? Seu carregador portátil sempre te deixa na mão?
Apesar de alguns avanços, fazer uma bateria durar mais ainda é um desafio para a indústria da telefonia.
Enquanto eles buscam soluções, reunimos uma série de ajustes rápidos que você pode fazer em seu celular para fazer a bateria render mais.

1. Ajuste o brilho da tela
A luminosidade da tela do seu aparelho tem um grande impacto sobre o consumo de bateria. Diminua o brilho e o mantenha o mais baixo possível, de uma maneira que ainda seja cômodo para se ler.

Para isso, vá em Configurações ou ajustes >> Tela ou brilho, dependendo do tipo de celular que você tem.
Você também pode desativar a opção “brilho automático”, já que ela pode estar otimizada para ficar em um nível bem alto de brilho.

2. Desligue o modo vibração
Deixar o celular para vibrar juntamente com o toque sonoro ou quando está no modo silencioso consome muita bateria. É uma função útil para quem não quer que o celular toque. Mas se você não precisa disso, o melhor é desativar. Para isso, é preciso ir em Configurações e ajustes e, em seguida, em Som.


3. Reduza o tempo de bloqueio da tela
Boa parte da vida de uma bateria é consumida com o uso da tela de início. Assim, quanto menos tempo seu celular levar para escurecer a tela, mais ele economiza bateria.

Para checar isso, vá em Configurações >> Geral >> Bloqueio automático. Selecione então o menor tempo possível.

4. Desligue as conexões de wi-fi e bluetooth
Ambas as funções minam a bateria de qualquer celular. Se não estiver usando, desative uma delas ou ambas.

Lembre-se que não há motivos para andar por aí com o wi-fi ligado. Tanto os modelos novos de Android como o de iPhone têm opções para ligar ou desligar ambas as conexões na tela de início, fazendo com que você não precise ir até o menu de configurações.

5. Desative a localização permanente do GPS
Essa é outra das funções que consome muita bateria. Mas é possível desligá-la ou restringir seu uso.

Para isso, vá em Configurações >> Privacidade >> Localização. Nessa tela, é possível tanto desativar totalmente a função ou, dependendo do celular, selecionar os apps que podem usar o serviço de localização.

6. Reduza as notificações
Será que você tem mesmo que saber na hora cada vez que alguém curte ou comenta um post seu no Facebook? Se achar que não é fundamental na sua vida, considere desativar as notificações de suas redes sociais.

Tenha em mente que as notificações acendem a tela e, assim, gastam bateria.
Para isso, vá em Ajustes ou configurações >> Notificações >> e ajuste sua preferência para cada aplicativo.

7. Não deixe os aplicativos funcionando "em 2º plano"
Se está ativada, essa função permite que os aplicativos sejam atualizados quando o celular estiver conectado a uma rede wi-fi, por exemplo.

Mas para economizar energia, vale desativar totalmente essa função ou ao menos para os aplicativos que não precisam ser atualizados sempre.
Para mudar, vá em Configuração >> Geral >> atualização “em 2º plano”
Também vale lembrar de fechar os aplicativos quando não estiver mais os usando.

8. Cheque quais dos seus aplicativos estão consumindo mais bateria
Tanto no Android como no iPhone é possível checar qual a porcentagem de bateria usada por aplicativos como Whatsapp, Facebook e Skype.

Assim, fica mais fácil decidir se vale a pena deixá-los abertos ou fechados.
No iPhone, vá em Configuração >> Geral >> Uso >> Uso da bateria. Já no Android, o caminho é Ajustes >> Administração da bateria >> Uso da bateria.

9. Se tem um Android, ative o modo de economizar energia
Você pode ativar essa função para estender a vida da bateria quando lhe for conveniente.

Para isso, vá em Ajustes >> Administração da bateria. Em alguns modelos, você pode escolher até três tipos diferentes de economia, que combinam vários truques citados nesse texto.

Fonte: IG

Juro bancário de pessoa física sobe em maio e bate novo recorde da série

No mês passado, taxa cobrada pelos bancos somou 57,3% ao ano.
Inadimplência de pessoa física registrou novo incremento em abril.

Os juros cobrados pelos bancos nas operações com pessoas físicas, excluindo o crédito imobiliário e rural, subiram pelo quinto mês seguido em maio e atingiram 57,3% ao ano, segundo informações divulgadas pelo Banco Centralnesta terça-feira (23).
A taxa média de juros cobrada pelos bancos nestas operações, de acordo com o BC, registrou aumento de 1,2 ponto percentual no mês passado e 7,7 pontos percentuais no acumulado de 2015. Em abril, os juros bancários estavam em 56,1% ao ano.
O patamar de maio, de acordo com o BC, é o maior desde o início da série histórica, em março de 2011, ou seja, em pouco mais de quatro anos. Até então, a maior taxa de juros já registrada para pessoas físicas nas operações com recursos livres havia sido registrada em abril deste ano.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, informou que, em 2006, os juros bancários para pessoas físicas estavam maiores do que os registrados em maio deste ano - mesmo sem haver uma série histórica mais ampla, com dados anteriores a 2011, disponíveis para consulta.
A autoridade monetária mudou, no início de 2013, o formato de registro dos dados relativos aos juros bancários e, ao mesmo tempo, também desativou a série histórica que vigorava anteriormente - informando, na ocasião, que os dados não eram mais comparáveis. "Na série curta [de 2011 para cá], é a taxa de juros mais alta para a série. Se olharmos a série antiga [não disponível para consulta], já tínhamos tido juros mais altos do que isso", declarou Maciel.
Juro bancário subiu mais que taxa básica
O aumento dos juros bancários acompanha a alta da taxa básica da economia (Selic), fixada pelo Banco Central a cada 45 dias para tentar conter as pressões inflacionárias. Desde outubro do ano passado o BC vem subindo os juros ininterruptamente. Naquele momento, a taxa estava em 11% ao ano. No fim de maio, já havia avançado para 13,25% ao ano, um aumento de 2,25 pontos percentuais.

Os números mostram que os bancos elevaram suas taxas de juros ao consumidor de maneira mais intensa. Em setembro do ano passado, antes do reinício do ciclo de elevação dos juros básicos pelo Banco Central, os juros bancários para pessoas físicas estava em 49,2% ao ano, avançando para 57,3% ao ano em abril – um aumento de 8,1 pontos  percentuais, ou seja, mais do que três vezes a alta da taxa Selic.
Segundo um levantamento feito pela consultoria Economatica para a BBC Brasil, apesar da desaceleração econômica, a rentabilidade sobre patrimônio dos grandes bancos de capital aberto no Brasil foi de 18,23% em 2014 – mais que o dobro da rentabilidade dos bancos americanos (7,68%).
Cheque especial e cartão de crédito
Os juros do cheque especial e do cartão de crédito rotativo, duas das modalidades mais caras do mercado financeiro, continuaram avançando em maio.

De acordo com o banco, os juros do cheque especial avançaram 6 pontos percentuais de abril para maio, para 232% ao ano. Com isso, permaneceu no maior patamar desde dezembro de 1995 – quando estava em 242,2% ao ano – ou seja, no maior nível em quase 20 anos.
Os juros cobrados pelos bancos nesta linha de crédito tiveram forte aumento nos últimos meses. No fim de 2013, estavam em 148,1% ao ano. O crescimento, portanto, foi de 83,9 pontos percentuais nos últimos 17 meses.

Taxa de todas operações e de empresas
Já a taxa de juros média de crédito de todas operações (pessoas físicas e empresas), ainda somente com recursos livres, ou seja, sem contar crédito habitacional, rural e do BNDES, subiu de 41,8% ao ano em abril para 42,5% ao ano em maio deste ano – também o maior patamar da série histórica, que tem início em março de 2011.

A taxa das operações de pessoas jurídicas, com recursos livres, avançou 0,3 ponto percentual em maio, para 26,9% ao ano. Em abril, estava em 26,6% ao ano. O nível de março é o mais alto desde julho de 2011, quando somou 27,6% ao ano. 
Inadimplência
Segundo o Banco Central, a taxa de inadimplência das pessoas físicas, nos empréstimos bancários com recursos livres (sem contar crédito rural e habitacional), que mede atrasos nos pagamentos acima de 90 dias, subiu de 5,3% em abril para 5,4% em maio. É o maior patamar desde novembro do ano passado (5,5%).

Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas, ainda no segmento com recursos livres, subiu de 3,9% em abril para 4% no mês passado.
Considerando a taxa total de inadimplência, que engloba operações com as pessoas físicas e empresas, ainda nas operações com recursos livres, a taxa avançou de 4,6% em abril para 4,7% em maio.
'Spread' bancário
Com o aumento das taxas de juros bancárias de pessoa física em março, houve alta do chamado "spread bancário" – que é a diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos e quanto cobram de seus clientes – no mês passado.

Em abril, "spread" nas operações com pessoas físicas somava 43,3 pontos percentuais, avançando para 44,4 pontos em maio, o maior patamar da série histórica do BC. Na parcial deste ano, houve um forte aumento de 7,1 pontos percentuais. Com isso, o o spread continua em níveis historicamente elevados.
O "spread" é composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros.
Fonte: G1

Ranking: 5 empresas de telefonia estão entre as mais reclamadas

O mais recente  levantamento das empresas que mais tiveram reclamações na semana no Reclame AQUI conta com mais uma empresa de telefonia . A Nextel Telecomunicações aparece na nona colocação do Top 10 e se junta às outras operadoras Vivo, Oi, Claro e Tim. A companhia teve  726 reclamações e, assim, a categoria representa 50% do ranking no período de 19 a 25 de junho.
Na primeira colocação está a empresa de TV a cabo Net Serviços, com 2.050 reclamações. Nos últimos seis meses, a marca solucionou 76,4% de seus casos e está com reputação "boa", segundo levantamento de seus consumidores no Reclame AQUI.
Vivo é a operadora com pior desempenho, na segunda posição do ranking, com 1.524 queixas, 23,8% de índice de solução e reputação "Não recomendado", mesma avaliação da Sky, em terceiro, com 1.491 reclamações e 71,8% de índice de solução.
Oi (1.127 reclamações, 25,8% de índice de solução e reputação "Não recomendado"), Claro (1.096, 22% e "Não recomendado") e Tim Celular (869, 20,1% e "Não recomendado") fecham as seis primeiras empresas com mais reclamações.
Confira o ranking das 10 empresas com mais queixas na semana.


Fonte: Reclame Aqui

Inscrições para vagas no ensino técnico começam hoje

Banner Sisutec
Quem quiser concorrer a um vaga no ensino técnico pode se inscrever a partir de hoje (29) no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), na internet. As inscrições vão até sexta-feira (3). Para se candidatar, é preciso ter feito a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e não ter tirado 0 na redação.

Por meio do Sisutec, instituições públicas e privadas de ensino superior e de educação profissional e tecnológica oferecem vagas gratuitas em cursos técnicos para participantes do Enem.
A divulgação dos resultados, em primeira chamada, está prevista para o dia 7 de julho. A segunda chamada deve sair no dia 14 de julho. As aulas dos cursos terão início entre os dias 3 e 31 de agosto de 2015, de acordo com o edital.

Terão prioridade no preenchimento das vagas os alunos de escolas públicas e os que estudaram na rede privada, na condição de bolsista integral.
Ao fazer a inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso. Durante o período, serão divulgadas as notas de corte de cada curso e o candidato poderá mudar as opções para as quais se inscreveu inicialmente.
No momento da inscrição, o estudante também terá que definir se deseja concorrer às vagas da ampla concorrência, àquelas destinadas aos estudantes da rede pública ou bolsistas da rede privada, ou às vagas reservadas a negros, pardos e indígenas.
As vagas remanescentes não ocupadas após as chamadas regulares do Sisutec poderão ser preenchidas, mediante inscrição online, por estudantes que concluíram o ensino médio nos últimos três anos, ou seja entre 2012 e 2014, independentemente da data de emissão do certificado. No caso das vagas remanescentes, não é necessário que o candidato tenha feito a prova do Enem. O período de inscrição vai de 20 de julho a 2 de agosto.
Fonte: Agência Brasil

Termina prazo para convocado na primeira chamada do ProUni comprovar informação


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Termina hoje (29) o prazo para os estudantes pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) comprovarem nas instituições de ensino as informações prestadas no momento da inscrição. A perda do prazo ou a não comprovação das informações resulta na reprovação do candidato. O resultado da primeira chamada foi divulgado no último dia 22, no site do ProUni.
É responsabilidade do estudante verificar nas instituições de educação superior os horários e o local onde deve comparecer. Entre os documentos a serem apresentados estão identificação, comprovantes de residência, de rendimento dos estudantes e de integrantes do grupo familiar e comprovante de conclusão do ensino médio.

O resultado da segunda chamada será divulgado no dia 6 de julho. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das chamadas pode participar da lista de espera a partir do dia 17 de julho. Para isso, é preciso aderir à lista no site do programa.
A segunda edição de 2015 do ProUni oferece 116.004 bolsas em 856 instituições de ensino superior. Desse total, 68.971 são integrais e 47.033 integrais.
O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais (50%) em instituições privadas de ensino superior, em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, a estudantes brasileiros, sem diploma de nível superior.
As bolsas integrais do programa são para os estudantes com renda bruta familiar mensal, por pessoa, até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar mensal até três salários mínimos, por pessoa.
Pode se inscrever quem fez a prova da última edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e obteve no mínimo 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação.
Fonte: Agência Brasil

domingo, 28 de junho de 2015

Estudantes elogiam maior transparência nas regras do Fies

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As instituições particulares de ensino e os estudantes elogiaram a maior transparência na divulgação das novas regras do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), mesmo tornando o acesso ao financiamento estudantil mais rigoroso. A oferta de vagas no segundo semestre era incerta até o início do mês.
"Recebemos a notícia com bastante entusiasmo, pois é necessário que o governo se mobilize e ofereça oportunidade para os estudantes terem acesso ao ensino superior. Tem restrição, mas faz parte da política pública", diz o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, Sólon Caldas. A entidade representa mais de 800 mantenedoras e instituições de ensino superior.
As novas regras incluem juros maiores e menor limite de renda para contratrar o financiamento. Os juros dos novos financiamentos serão reajustados para 6,5% ano. Atualmente, a taxa de juros é 3,4%. A oferta de vagas vai priorizar os cursos com conceitos 4 e 5 nas avaliações do MEC, sendo um quarto das vagas nos cursos de conceito 5 – nível máximo. Ele ressalta que as novas regras foram construídas depois de consultas às instituições. Ao contrátrio do que foi feito no final do ano passado, quando instituições e estudantes foram pegos de surpresa com as restrições ao financiamento.
Atualmente, estudantes com renda familiar bruta de até 20 salários mínimos (R$ 15,760 mil) podem contratar o Fies. Agora, esse limite passa para 2,5 salários mínimos (R$ 1,970 mil) por pessoa. As instituições, em contrapartida, oferecerão mensalidades 5% mais baratas aos estudantes que contrataram o Fies. "Neste momento em que o país passa por restrição orçamentária, ter disponibilizado as vagas é algo considerável", diz Caldas.
"É importante que o governo tenha mudado e anunciado as regras de forma mais transparente", diz a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral. "As instituições precisarão seguir determinadas regras que garatem maior segurança aos estudantes", acrescentou.
Carina também comemorou a prioridade dada aos cursos com maior qualidade. "Isso significa que o dinheiro público será investido em cursos de maior qualidade, e nós, estudantes, vamos estudar em cursos de maior qualidade. Isso é importante". Os novos juros, no entanto, poderão gerar dificuldade aos estudantes de baixa renda, segundo ela, uma vez que "eles necessitam do subsídio, por parte do governo, num programa tão importante".
Nas redes sociais, muitas pessoas manifestam dúvidas em relação às novas regras. Os comentários se dividem entre empolgação com novos contratos e reclamações. "Esse vai ser mais tenso do que o primeiro!", diz um usuário do Facebook em grupo de discussão sobre o financiamento. Outro reclama do aumento dos juros: "O juro está muito alto, não compensa fazer. Quem tiver a chance de rever o financiamento interno fica mais em conta".
Atualmente, mais de 2,1 milhões de estudantes de instituições de educação superior privadas usam o financiamento para cursar o ensino superior. As novas regras valerão para os novos contratos do Fies. O edital com as datas e os detalhes sobre a inscrição deverá ser divulgado no dia 3 de julho. Na edição do segundo semestre, serão ofertadas 61,5 mil novas vagas.
Fonte: Agência Brasil