quinta-feira, 27 de abril de 2017

Número de clientes de banda larga fixa cresce e passa de 27 milhões


Image result for Número de clientes de banda larga fixa cresce e passa de 27 milhõesAo contrário de outros serviços do setor de telecomunicações, o número de clientes de banda larga fixa continua crescendo no país. Nos últimos 12 meses, a base de assinantes aumentou 5,28%, e entre fevereiro e março deste ano o serviço cresceu 1,06%. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atualmente, o país tem 27,17 milhões de assinantes de banda larga fixa.
De fevereiro para março deste ano, os maiores crescimentos percentuais foram registrados em Mato Grosso, que teve aumento de 5% na base de clientes; no Amapá, com 4% de crescimento; e em Santa Catarina, com 3,85%. Nos últimos 12 meses, todos os estados apresentaram crescimento.
No ano passado, a banda larga fixa foi o único serviço de telecomunicações que registrou crescimento no Brasil, com acréscimo de 4,33% no número de clientes. Enquanto isso, a telefonia móvel perdeu 5,33% de usuários e a TV paga teve uma redução de 1,63% no número de assinantes.
Fonte: EBC

Inadimplência de consumidores cai no primeiro trimestre

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A inadimplência dos consumidores no país caiu 1,1% no primeiro semestre do ano em relação a igual período de 2016. No estado de São Paulo, na mesma comparação, a queda foi de 1,6%. Os dados foram divulgados ontem (26) pela Boa Vista SCPC.
O indicador de recuperação de crédito do consumidor – que mede as exclusões de consumidores do registro de inadimplentes – apresentou alta de 0,4% no país no primeiro trimestre. No estado de São Paulo, a alta foi de 1,4%.
A cidade de São Paulo registrou queda expressiva na inadimplência no primeiro trimestre, de 4,3%. Já o indicador de recuperação de crédito no município teve melhora, com alta de 0,7%.
Fonte: EBC

Mudanças na reforma da Previdência reduzem economia da proposta em R$ 189 bi

Image result for Mudanças na reforma da Previdência reduzem economia da proposta em R$ 189 biCom as mudanças na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência feitas pelo relator do texto na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA), a economia com as novas regras nos próximos 10 anos será R$ 189 bilhões inferior à que seria obtida com a proposta original. O dado está em nota divulgada ontem (26) pelo Ministério da Fazenda.
Segundo a Fazenda, a proposta original permitiria ao governo economizar R$ 793 bilhões no decênio de 2018 a 2027. Com as alterações acertadas entre o governo e o relator, o volume economizado cairá para R$ 604 bilhões, o equivalente a 76% da economia original.
A Fazenda destacou que o cálculo leva em conta apenas o Regime Próprio da Previdência Social (RGPS), dos segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a assistência social. A estimativa não inclui o Regime Próprio dos Servidores Federais (RPPS).
No comunicado, o Ministério da Fazenda diz que as mudanças na proposta original visaram a proteger os mais vulneráveis “como trabalhadores rurais, idosos e deficientes mais próximos”.
O ministério disse considerar importante que quaisquer mudanças propostas “respeitem a necessidade de, no longo prazo, equacionar o forte crescimento da despesa previdenciária e assistencial decorrente do rápido processo de envelhecimento da população”. De acordo com a Fazenda, com a nova formatação da reforma, “o ajuste fiscal estrutural está mantido, e os ganhos sociais estão preservados”.
Fonte: Agência Brasil

Indústria de máquinas fecha primeiro trimestre com menor resultado desde 1999

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As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos atingiram R$ 6,42 bilhões em março, 3,4% a menos do que o registrado no mesmo mês de 2016. No acumulado dos três primeiros meses, as vendas somaram R$ 15,58 bilhões, 7,4% inferior ao obtido no mesmo período no ano passado. O resultado do trimestre foi o pior da série histórica iniciada em 1999. Os dados, divulgados ontem (26), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Já as exportações de março (US$ 945 milhões) marcaram o segundo melhor resultado da série histórica e representaram um crescimento de 14,5%, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. No trimestre, as exportações chegaram a US$ 1,99 bilhão, 4,2% superior aos três primeiros meses de 2016.
As importações em março atingiram US$ 1,26 bilhão e, no trimestre, US$ 3,29 bilhões. O resultado mensal é 0,5% inferior ao registrado no mesmo mês de 2016 e o trimestral é 10,2% menor que o de igual período do ano passado.
De acordo com a Abimaq, a indústria de máquinas e equipamentos encerrou o mês de março com 292,7 mil pessoas empregadas, 16,3 mil postos de trabalho a menos que no mesmo mês de 2016. Desde 2013, quando teve início a queda de faturamento da indústria de máquinas, já foram eliminados mais de 87,6 mil postos de trabalho no setor.
Fonte: Agência Brasil