quarta-feira, 27 de novembro de 2013

E-bit: compras eletrônicas de Natal devem crescer 25%


As compras eletrônicas relacionadas ao Natal de 2013 devem movimentar R$ 3,85 bilhões, de acordo com estimativas da E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico. A expectativa representa um crescimento nominal (sem descontar a inflação) de 25%, na comparação com o mesmo período de 2012, quando o faturamento foi de R$ 3,06 bilhões.
De acordo com a E-bit, entre 15 de novembro e 24 de dezembro, 10,3 milhões de compras devem ser feitas via internet. O tíquete médio estimado é de R$ 368. "O Natal é a data sazonal mais importante para o e-commerce e corresponde entre 15% a 20% do total das vendas do ano. Dessa vez, com a Black Friday, prevemos um peso ainda maior", afirmou o diretor-geral da E-bit, Pedro Guasti, em nota, referindo-se à quarta edição da Black Friday Brasil, que começa nesta sexta-feira, 29, e vai até domingo, 1, tanto para compras em lojas virtuais como no varejo tradicional.
O levantamento aponta que itens da categoria Moda e Acessórios devem ser os mais vendidos no Natal, seguidos por Eletrodomésticos; Telefonia/Celulares; Casa e Decoração; Saúde, Cosméticos e Perfumaria, e Informática. Guasti reforça que a realização da Black Friday deve ser importante para que os consumidores antecipem as compras, principalmente no comércio eletrônico. "A antecedência nas compras é uma recomendação importante na época do Natal. O consumidor deve fazer suas aquisições pelo menos 20 dias antes da data. Dessa forma, ele garante que seus produtos cheguem a tempo para a comemoração", afirma.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Alunos e escolas poderão consultar resultados do Enem 2012 nesta terça

Alunos e gestores de escolas poderão, a partir desta terça-feira, conferir o seu desempenho individual no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) vai divulgar as notas dos alunos participantes e as médias de cada escola numa plataforma on-line. O novo site já está no ar, mas as pesquisas só poderão começar a ser feitas a partir de terça.
O anúncio sobre a divulgação foi feito durante uma coletiva com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, nesta segunda-feira. No mesmo evento, Mercadante divulgou as médias das notas dos concluintes que fizeram o Enem 2012. O melhor desempenho geral foi em matemática (533,43 pontos). Na prova de ciências humanas a nota média foi de 533,18 pontos. Em linguagens, foi de 502,52 pontos e, em ciências da natureza, 486,28. A média da redação, prova mais importante do exame, ficou em 529,14.
Na plataforma on-line, estudantes, gestores e professores de todas as escolas que participaram efetivamente do Enem 2012 poderão pesquisar seus resultados e compará-los às médias gerais do país.
Foram avaliadas pelo MEC durante o exame do ano passado 25.784 escolas e 2.381.119 alunos das redes pública e privada. Somente as instituições que tiveram pelo menos 50% de seus alunos inscritos no Enem 2012 terão suas notas divulgadas nesta terça. Da mesma forma, só entram nesse bolo as instituições com no mínimo dez alunos entre os participantes.
Fonte: Extra - online

Operadoras de telefonia investem nos cartões pré-pagos para quem não tem conta em banco


Foi-se o tempo em que as contas eram pagas somente em dinheiro e diretamente com o cobrador. Vieram os caixas eletrônicos, que facilitaram a vida do consumidor e reduziram as idas à boca do caixa. Chegou a internet e, com ela, a rapidez para efetuar pagamentos em questões de segundo, sem precisar sair de casa. E, agora, os celulares facilitaram ainda mais o processo, praticamente eliminando qualquer hipótese de desculpa para o atraso na quitação das dívidas mais corriqueiras.
De olho num público que não vive sem celular (o Brasil tem mais de 269 milhões de aparelhos, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações), operadoras de telefonia estão investindo em novas tecnologias. São os chamados cartões pré-pagos para celular, que permitem que o cliente — que não precisa ter conta em banco nem internet no celular —, pagar contas e fazer compras, transferências e saques de dinheiro. Para utilizar o cartão, basta entrar em contato com a operadora, depositar a quantia desejada, gastar o valor disponível e, sempre que necessário, recarregá-lo.
No início do mês, o Banco Central (BC) publicou uma regulamentação que abre caminho para que bancos e instituições não financeiras (como as telefônicas) ofereçam produtos como os cartões pré-pagos e as chamadas conta de pagamento, sempre focando num público que não tem conta em banco. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 39% da população (cerca de 53 milhões de pessoas) estão fora do sistema bancário.
Parcerias
A Claro, em parceria com o Bradesco, lançou o “Meu dinheiro Claro”. No estado, ele funciona, por enquanto, em Belford Roxo, São João de Meriti e Duque de Caxias. Mas, segundo Gabriela Derenne, diretora regional da Claro para Rio e Espírito Santo, até o início do ano que vem estará em todo país.
A Oi tem o “Oi Carteira”, em sociedade com o Banco do Brasil (informações abaixo). A Vivo oferece o “Zuum”, ainda não disponível no Rio. E a TIM está desenvolvendo seu sistema para pagamento móvel.
Fonte: Extra - online

Anticoncepcional aumenta risco de glaucoma, afirmam cientistas


Mulheres que tomam pílulas anticoncepcionais por mais de três anos devem ir ao oftalmologista regularmente a partir dos 50 anos
Foto: Simone Marinho / Agência O GloboMulheres que usam contraceptivos orais durante muitos anos devem ir ao oftalmologista com mais frequência à medida que envelhecem. Uma pesquisa do “National Health and Nutricion Examination Survey“ (instituto de pesquisa americano), conseguiu relacionar o uso das pílulas com o maior risco de desenvolver glaucoma em mulheres acima de 50 anos.
Os pesquisadores alertaram que suas descobertas não devem desencorajar as mulheres a usar contraceptivos orais, uma vez que o risco de glaucoma ao longo dos 40 anos continua a ser bastante baixo. No entanto, eles alertam que os médicos devem estar cientes da ligação, e que as mulheres que utilizam o método de controle devem aumentar os cuidados com sua saúde ocular.
O glaucoma é uma doença degenerativa do olho que pode causar cegueira se não tratado. Os cientistas ainda não sabem explicar qual o papel do anticoncepcional no desenvolvimento do glaucoma, mas acredita-se que estaria ligado à falta do hormônio estrogênio na mulher.
O estrogênio está presente nos receptores das células do nervo óptico e ele desempenha um papel importante de proteção dos olhos do declínio relacionado à idade. Pesquisadores descobriram anteriormente que as mulheres que entram na menopausa mais cedo ou tomam medicamentos que bloqueiam o estrogênio, como drogas usadas contra o câncer de mama, também têm um elevado risco de glaucoma.
A forma mais comum da doença, chamado de glaucoma de ângulo aberto, é causada pelo entupimento gradual dos canais de drenagem, criando um acúmulo de pressão dentro do olho.
O estudo analisou dados de 3.406 mulheres com idade superior a 40 anos que foram acompanhadas por muitos anos, como parte do curso Nacional de Saúde do “Nutrition Examination Survey“, que é realizado pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. As mulheres foram submetidas a exames oftalmológicos regulares e responderam a perguntas sobre sua saúde reprodutiva e histórico médico.
As mulheres que relataram ter usado pílulas anticoncepcionais de qualquer espécie por três anos ou mais tinham um risco de 5% de desenvolver glaucoma, em comparação com um risco de cerca de 2,5% da população geral, disse Shan Lin, professor de oftalmologia clínica e diretor do serviço de Glaucoma da Universidade da Califórnia, em São Francisco.
Lin afirmou que os resultados eram preliminares e mostraram apenas uma correlação, e não uma causalidade. Mas, ele deve ser analisado em conjunto com dados de estudos anteriores que sugeriram a relação entre os níveis de estrogênio e o desenvolvimento da doença.
Dois anos atrás, um grande estudo publicado na revista “Eye“ analisou dados de aproximadamente 80 mil mulheres que foram seguidas por três décadas. As mulheres que relataram o uso de pílulas anticoncepcionais em qualquer momento de suas vidas não tinham um elevado risco de glaucoma. Mas aquelas que tinham usado especificamente por cinco anos ou mais, apresentavam um risco moderadamente elevado da doença.
- Acreditamos que a presença de estrogênio ajuda a manter as células vivas - disse Louis Pasquale, autor do estudo e professor de oftalmologia na Harvard Medical School, em Massachusetts. - Assim, as coisas que acontecem com as mulheres ao longo de sua vida e reduzem seu estrogênio aumentaria o risco porque o glaucoma é uma doença degenerativa.
Segundo Pasquale, os investigadores estão trabalhando no desenvolvimento de agentes tópicos para os olhos que poderiam imitar o efeito protetor do estrogênio. Essas drogas, no entanto, apenas foram testados em animais, e eles estão uns dez ou 15 anos distantes de testes em humanos.
Oftalmologistas geralmente recomendam exames de vista anuais para pessoas com 65 anos ou mais. Mas pessoas que têm diabetes ou um histórico familiar de doenças oculares devem começar as sessões mais cedo, e as mulheres com uma história de uso de pílulas de controle de natalidade por longos períodos podem ser aconselhadas a começar mais cedo também.
- Eu acho que, acima de tudo, as mulheres precisam estar cientes de que pode haver uma ligação entre a sua saúde reprodutiva e seus olhos - alertou Pasquale. - Enquanto elas não devem necessariamente tomar decisões sobre sua saúde reprodutiva com base no que pode acontecer com seus olhos, precisam passar por exames periódicos se tomam anticoncepcionais por bastante tempo ou têm menopausa precoce.
Fonte: O Globo - Online

Segundo pesquisa, 55% conhecem pouco os direitos do consumidor

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (19) pelo Ministério da Justiça mostrou que mais da metade dos entrevistados conhecem pouco os direitos do consumidor relacionados aos serviços de telecomunicações, fornecimento de energia elétrica e planos de saúde. Foram ouvidas 1.294 pessoas das classes A, B, C e D, residentes em 131 municípios brasileiros, entre dezembro de 2012 e janeiro deste ano.
O levantamento apontou que 55% dos entrevistados conhecem pouco os direitos do consumidor, enquanto 27% conhecem razoavelmente bem, 14% não conhecem nada e 4% conhecem muito bem.
A pesquisa, chamada "Resolução Extrajudicial de Conflitos dos Serviços Regulados por Agências Governamentais", mostrou ainda que 91% dos entrevistados já ouviram falar no Código de Defesa do Consumidor, mas 73% jamais consultaram o código. Além disso, 34% reclamam sempre ou vão atrás dos direitos, enquanto outros 34% reclamam algumas vezes, 19% nunca reclamam e 13% reclamam na maioria das vezes.
De acordo com o levantamento, 64% das pessoas disseram ter passado nos últimos 12 meses por alguma situação em que os direitos foram desrespeitados. Em relação às formas de resolver o problema, 63% dizem procurar a empresa, 15% os Procons, 3% o Judiciário e os demais outros meios.
Entre as pessoas que procuram o Judiciário para resolver problemas relacionados aos direitos do consumidor, 49% alegam ser o "único meio que restou", 20% se "cansaram" de tentar resolver com a empresa, 14% queriam indenização por danos morais, 6% "confiam mais" na decisão do Judiciário, 3% não conheciam outra forma e 3% não souberam ou não responderam.
As pessoas também foram ouvidas sobre os motivos para não reclamarem. Do total, 22% disseram achar que "não compensa", 22% acham que "demoraria muito", 4% acreditam que há "muita burocracia" e 3% não conhecem os direitos. Os demais entrevistados alegaram outros motivos.
Segundo o secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, os resultados da pesquisa serão utilizados para que a pasta tome medidas em conjunto com as agências Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de Telecomunicações (Anatel) e de Saúde Suplementar (ANS).
"Serão quatro pontos. Vamos estimular centrais de mediação e conciliação, treinar os servidores e funcionários das agências com técnicas para mediação, criar cartilhas e campanhas de informação sobre a atuação das agências e melhor estruturação dessas agências", afirmou.
Fonte: G1

Proteja-se Outubro bate recorde de tentativas de fraudes contra o consumidor



Compra de celulares com documentos falsos ou roubados é uma das fraudes mais comuns
Foto: FOTO: BloombergNo mês de outubro, foram registradas 224.025 tentativas da fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor. Isso representa uma ocorrência a cada 12 segundos no país. O índice é recorde histórico. A telefonia respondeu por metade, 49,3%, do total das investidas contra o consumidor realizadas mês passado, alta em relação aos 40,2% registrados pelo setor no mesmo período de 2012.
Entre janeiro e outubro desse ano, ocorreu 1,81 milhão de tentativas de fraude. Entre janeiro e outubro de 2012, houve 1,76 milhão de registros e, no mesmo período em 2011, 1,63 milhão. O recorde registrado em outubro decorre de um efeito sazonal da fraude observado próximo ao Dia das Crianças. Neste período, o risco de fraude tende a ser maior, de acordo com, o órgão de proteção ao crédito.
O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor mostra ainda que, em outubro de 2013, lideraram os registros o setor de telefonia, com 110.470, representando 49,3% do total. Já o setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras, salões de beleza, pacotes turísticos e etc – teve 59.743 registros, equivalente a 26,7% do total, o maior valor mensal do ano até agora. No mesmo período no ano passado, este era o setor que mais sofria tentativas de fraudes, respondendo por 28,6% das ocorrências.
O setor bancário é o terceiro do ranking de registros em outubro de 2013. Embora não tenha sido recorde histórico, bancos e financeiras atingiram 36.411 tentativas, 16,3% do total, o maior valor em 12 meses. No mesmo período de 2012, o setor respondeu por 22,6% dos O ranking de tentativas de fraude de outubro de 2013 é composto ainda por varejo (6,2%) e demais (1,6%).
Nem os mortos estão livres das fraudes
Pesquisas da Serasa Experian apontam que estão mais suscetíveis às fraudes os consumidores que tiveram seus documentos roubados. Com apenas uma carteira de identidade ou um CPF nas mãos de golpistas, dobra a probabilidade de ser vítima de uma fraude – às vezes, os criminosos chegam a combinar dados, montando uma “nova” identidade com dados de filiação de uma pessoa e data de nascimento de outra. Mas até pessoas que já morreram são vítimas de fraude: criminosos usam os dados pessoais de falecidos, como nome e CPF, para adquirir bens, serviços e linhas de crédito, deixando prejuízos para os comerciantes e dor de cabeça e sofrimento para as famílias.
Também é comum as pessoas fornecerem seus dados pessoais em cadastros na internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. Além disso, os golpistas ainda costumam comprar telefone para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência, e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.
Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador da Serasa Experian estão:
- Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.
- Financiamento de eletrônicos (varejo): o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.
- Compra de celulares com documentos falsos ou roubados
- Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.
- Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.
- Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.
O que fazer em caso de roubo, perda ou extravio de documentos
Quando for vítima de roubo, perda ou extravio de documentos, a primeira medida é cadastrar a ocorrência gratuitamente na base de dados da Serasa Experian, no link www.serasaconsumidor.com.br. Esta informação estará disponível na mesma hora para o mercado. Depois, o consumidor deve fazer um boletim de ocorrência. Assim, a cada consulta, o concedente de crédito será alertado de que se trata de documentos roubados, evitando que transações sejam realizadas.
O consumidor pode, ainda, consultar gratuitamente o seu CPF em uma das agências da Serasa Experian em todo o país. Os endereços estão no site www.serasaconsumidor.com.br.
Quais cuidados tomar
• Não fornecer dados pessoais para pessoas estranhas;
• Não fornecer ou confirmar suas informações pessoais ou número de documentos pelo por telefone, tomando cuidado com promoções ou pesquisas;
• Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento;
• Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos;
• Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas;
• Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança; cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou promoções. Fique atento às dicas de segurança da página, por exemplo, como a presença do cadeado de segurança;
• Cuidado com dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passar por você, usando informações pessoais, como por exemplo, signo, modelo de carro, time por que torce, nome do cachorro etc.;
• Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
• Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores portáteis conectados em redes públicas de internet.

Fonte: O Globo - Online

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Escolas federais obtêm maior média no Enem 2012


Os alunos das escolas públicas federais conseguiram a maior média no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). A rede obteve média de 584,23 pontos em uma escala que vai até 1.000. As escolas privadas aparecem em seguida com 577,39 pontos.


As médias levam em conta a nota na redação e as notas de cada uma das quatro competências do exame: linguagens e códigos, matemática, ciências humanas, ciências da natureza. Levando-se em consideração apenas a média da redação, as federais também apresentam o melhor resultado, 613,07, seguidas pelas privadas com 602,16.
A rede federal atende a 2% dos estudantes do ensino médio que fizeram o Enem no ano passado. A rede privada concentra 31,51% dos estudantes. A maior parte dos estudantes concluintes do ensino médio participantes do exame está na rede pública estadual de ensino, 65,53%. A rede obteve uma média geral de 485,64 pontos e uma média na redação de 491,41. A rede pública municipal, com 0,95% dos estudantes, obteve uma média de 524,14 em toda a prova e 533,48 pontos na redação.
Segundo o MEC, os 215,5 mil melhores estudantes das escolas públicas tiveram média equiparável à dos estudantes das escolas particulares. Eles obtiveram 570,17. Na redação, os melhores estudantes obtiveram média superior a todas as demais redes, 616,6.
"A média do setor público está abaixo da do setor privado. No entanto, os melhores estudantes das escolas públicas competem com o setor privado", diz o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. De acordo com o ministro, o bom desempenho terá reflexo nas cotas no ensino superior. Por lei, em 2014, 25% das vagas nas instituições federais devem ser reservadas a estudantes de escolas públicas.
A nota do Enem é usada no Sistema de Seleção Unificada, que seleciona os candidatos para as vagas ofertadas pelas instituições públicas de ensino superior. A nota é referência para os estudantes que concorrem a bolsas em instituições particulares pelo Programa Universidade para Todos. Além de ser pré-requisito para o Programa de Financiamento Estudantil, a nota do Enem também serve para o intercâmbio acadêmico Ciência sem Fronteiras e para a obtenção do diploma de ensino médio.

Confiança do consumidor volta a subir em novembro


confiança do consumidor aumentou em novembro, na comparação com outubro. Segundo o ICC (Índice de Confiança do Consumidor) medido pela Fundação Getulio Vargas, passou de 117,7 pontos para 112,8 pontos, aumento de 1%.

Apesar da alta, a evolução do indicador é insuficiente para compensar a perda observada em outubro (-2,2%), mantendo o índice abaixo da média histórica de 115,5 pontos pelo nono mês consecutivo.
Componentes
O ICC é composto por dois subíndices que medem o grau de satisfação com o presente e o otimismo com o futuro.

Neste mês, o Índice de Expectativas do consumidor subiu 1,4% ao passar de 107,5 pontos para 109,0 pontos, superando a média de 108,5 pontos. Já o Índice da Situação Atual variou 0,2%, ao atingir 120,8 pontos, patamar bem inferior à média dos últimos cinco anos (128,5).
De acordo com os dados, o grau de satisfação dos consumidores com a situação da economia atual ficou relativamente estável. Entre outubro e novembro, a proporção de consumidores que avaliam a situação atual da economia como boa aumentou de 16,2% para 16,6%, enquanto a dos que a julgam ruim caiu de 35,2% para 35,0%.
O otimismo em relação às finanças pessoais nos meses seguintes foi quesito o que mais contribuiu para melhora das expectativas. O indicador deste quesito avançou 1,3%, ao passar de 132,9 pontos para 134,6 pontos, permanecendo acima da média histórica (131,4).
A parcela de consumidores projetando melhora da situação financeira famíliar aumentou de 37,2% para 38,9%; a dos que preveem piora se manteve em 4,3%.
Sobre a pesquisa
A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base de cerca de 2 mil domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados pfoi realizada entre os dias 30 de outubro e 19 de novembro.