sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Número de inadimplentes chega a 58,7 milhões, diz pesquisa


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O total de inadimplentes no país atingiu 58,5 milhões, em novembro último, o equivalente a 39% da população adulta brasileira. Esse número é 0,69% maior do que em novembro do ano passado, representando a entrada de um milhão de pessoas no período de um ano na lista de negativados. Apesar de elevada, a lista recebeu menos devedores do que entre 2014 e 2015, quando foram incorporadas dois milhões de pessoas.
Os dados são do indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Em nota, o presidente da confederação, Honório Pinheiro, atribuiu o resultado ao crédito mais rigoroso e aos efeitos do desaquecimento da economia. Para ele, não se trata de uma melhoria de cenário, mas de um comportamento de cautela do consumidor em assumir compromissos financeiros, e da dificuldade em obter financiamento.
“Se, por um lado, a recessão dificulta a capacidade de pagamento dos consumidores, em virtude do desemprego e da inflação alta, por outro, a maior restrição ao crédito, com juros ainda elevados e critérios de concessão mais seletivos, acaba impondo limites ao endividamento por parte dos brasileiros”, afirmou Pinheiro.
A maior parte dos devedores em atraso está na região Sudeste (24,2 milhões) ou 37,37% da população adulta nessa região. O segundo maior volume foi constatado no Nordeste (15,8 milhões) ou 38,82% da população adulta dessa região, seguido pelo Sul (8,1 milhões), equivalente a 36,41% da população adulta regional; Norte (5,4 milhões) ou 46,42% da população adulta regional e Centro- Oeste (5 milhões) ou 44,12% da população adulta regional.
De acordo com perfil de idade, prevalecem os devedores entre 30 e 39 anos. Na lista de inadimplentes, 49,59% ou 16,9 milhões estão nessa faixa etária. Já a participação dos jovens entre 25 e 29 anos é de 47,12%; entre 40 e 49 anos, de 46,32% e entre 65 a 84 anos, de 29,44%.
Volume de dívidas
O levantamento também apontou um recuo de 3,54% no volume de dívidas em comparação a igual mês do ano passado e por setor, com destaque para as contas de telefonia, internet e TV por assinatura. Especificamente, as dívidas de pessoas físicas cairam 14,90%.
Já as dívidas bancárias (atrasos no cartão de crédito, financiamentos, empréstimos e seguros) diminuíram 2,35% e as assumidas no comércio tiveram queda de 2,63%. Ocorreu alta apenas em relação às tarifas de serviços básicos, como água e luz (3,81% ).
Os bancos são os que concentram a maior parte das dívidas (48,24%), seguida pelo comércio (20,31%); comunicação (13,35%) e água e luz (7,96%).
Fonte: EBC

Governo nega possibilidade de redução de idade mínima para aposentadoria

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O Palácio do Planalto negou hoje (9) a possibilidade de redução da idade mínima de 65 anos para homens e mulheres requererem a aposentadoria, conforme previsto na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/2016, da reforma da Previdência, enviada na última segunda-feira (5) ao Congresso Nacional.
Em nota, o governo federal explica que a idade de 65 anos se baseia no envelhecimento da população brasileira e é “ponto central para que se encontre equilíbrio futuro nos gastos com aposentadorias”. O texto diz ainda que “o governo fará todo o possível junto à sua base aliada no Congresso Nacional para a manutenção do texto original da reforma”.
O relatório da PEC da reforma da Previdência deve ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na próxima semana.
Fonte: Agência Brasil

Inflação é a menor para novembro desde 1998; acumulado é de 6,99%


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A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 0,18% em novembro deste ano, abaixo do 0,26% do mês anterior. Essa também é a menor taxa para meses de novembro desde 1998. Em 12 meses, o IPCA acumula taxa de 6,99%, bem abaixo dos 7,87% registrados em outubro.
A taxa acumulada em 12 meses continua acima do teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5%. Apesar disso, é a menor taxa desde dezembro de 2014 (6,41%).
No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a taxa é de 5,97%, segundo dados divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Fonte: EBC

Uso do FGTS pode antecipar a compra da casa própria por meio de consórcio

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Em 2016, quase 2,2 mil trabalhadores movimentaram R$ 82,3 milhões de suas contas de FGTS como lance, para amortizar ou quitar o saldo devedor do imóvel em consórcios
No atual cenário econômico, são poucos os brasileiros que se aventuram a quitar um imóvel somente com auxílio de recursos da poupança ou conta corrente própria. De acordo com o Boletim FipeZap, o crédito imobiliário tornou-se muito mais caro e escasso, sua taxa de juros aumentou de 7,6%, em março de 2013, para 10,7% em março de 2015. Por conta disso, cada vez mais as pessoas têm aderido aos consórcios e optado por utilizar o saldo do FGTS, seja como um lance inicial, amortização de saldo ou mesmo para quitá-lo de uma só vez. “Atualmente 19% dos nossos clientes contemplados se utilizaram do FGTS para a compra do imóvel. A cada dois anos é possível recorrer ao fundo para amortizar o saldo devedor”, explica Rogerio Pereira, diretor de Vendas do Embracon.
Para quem está interessado em aderir ao uso do FGTS, é importante saber que o consórcio apresenta alguns diferenciais e benefícios. “O grande benefício para quem recorre ao FGTS é o fato de que o rendimento anual dele é na base de 3%, ou seja, muito baixo. E por conta de índices, como o da Inflação, o melhor a fazer é aplica-lo”, diz o executivo.
Porém, no consórcio, as pessoas que decidem recorrer a esta via podem quitar o imóvel por meio de duas modalidades. Na primeira delas é possível ofertar o FGTS como lance para antecipar a contemplação. Quanto maior for o lance, maior a chance de contemplação. Já na segunda é possível utilizar o fundo como alternativa de complemento de crédito. Por meio dele é possível usar a carta de consórcio para adquirir um imóvel de valor maior. O Embracon disponibiliza em seu site informações úteis sobre como administrar o uso do FGTS no consórcio de imóvel (para acessar o documento CLIQUE AQUI).
Exemplo
Este é caso do casal Vanderleia e Nilso Vicente, que estavam com o fundo parado há mais de 16 anos e contavam com um imóvel em vista. O sorteio seria a forma de agilizar a aquisição da casa própria, além disso o antigo proprietário também tinha urgência em vender a casa. “Entendemos que os juros eram bem mais baixos e que a carta agilizaria o processo de compra. O valor final do imóvel era bem mais vantajoso, enquanto que a via tradicional de financiamento demoraria muito mais”, explica o casal.
Mercado
Segundo dados da ABAC - Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios, nos oito primeiros meses deste ano, 2.183 trabalhadores participantes dos grupos de consórcios de imóveis no Brasil utilizaram seus saldos, seja parcial ou totalmente, o que resultou num movimento de R$ 82,3 milhões em contas do FGTS. Segundo a entidade, o volume de crédito disponibilizado para a compra de imóveis no período foi de R$ 4,74 bilhões. Cerca de 47,7 mil consorciados contemplados tiveram a oportunidade de adquirir um imóvel entre janeiro e agosto de 2016. Atualmente há cerca de 800 mil participantes ativos no sistema de consórcio de imóveis no Brasil.

Sobre o Embracon
Há 28 anos no mercado de consórcios, a empresa possui mais de 120 mil clientes ativos, 600 parceiros no território nacional, com 110 filiais no país e em torno de 3 mil funcionários. É uma das maiores e mais conceituadas empresas especializada em consórcio de automóveis, motos e imóveis. A filosofia de trabalho se baseia em conhecer e atender às necessidades dos clientes que encontram na instituição solidez, credibilidade e uma vasta gama de produtos e serviços. O Embracon é autorizado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil e associado à ABAC - Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios. Visite o site: www.embracon.com.br
Fonte: segs

Mais um! Golpe no WhatsApp já afetou 1,5 milhão de pessoas


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As tentativas de golpe pelo WhatsApp não param. O mais novo, que promete recursos extras para o aplicativo, já afetou mais de 1,2 milhão de usuários brasileiros em duas semanas. O ataque, revelado pela empresa de segurança ESET, finge permitir que as vítimas visualizem as conversas de seus contatos no mensageiro, uma opção chamada “Visualizador de conversas para o WhatsApp”.
Após enganar o usuário, o falso recurso o leva a realizar inscrições em serviços de mensagens de celular pagos, que podem fazer débitos indevidos em seu nome ou instalar apps falsos que roubam os seus dados.
Ao tocar no link malicioso, a vítima é levada a uma página que pede o compartilhamento do endereço com os contatos para que a funcionalidade seja liberada. Em seguida, o usuário é levado a uma plataforma de publicidade, onde é induzido a se inscrever em um serviço de mensagens pagas via SMS.
Segundo o levantamento da ESET, o golpe atingiu cerca de 1,5 milhão de pessoas em todo o mundo, sendo o Brasil o país mais afetado. O ataque teria começado no dia 18 de novembro.
O número de tentativas de golpes no aplicativo aumentou nos últimos meses. Nove tipos de ataques foram identificados somente em 2016. A maior parte deles procura inscrever os usuários em serviços pagos.
Além da promessa de ver as conversas dos contatos, os golpes também prometiam chamadas de vídeo premium, pacotes de emoticons românticos ou cupons de desconto falsos para lojas e restaurantes de marcas famosas.
Fonte: TechTudo