sexta-feira, 26 de maio de 2017

Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada até 9 de junho


Brasília - O Ministério da Saúde promove o Dia D de Vacinação contra a gripe em postos de todo o país (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza foi prorrogada até o dia 9 de junho. A previsão inicial do Ministério da Saúde era de que a imunização fosse encerrada hoje (26). A prorrogação, segundo a pasta, tem como objetivo atingir a meta de vacinar 90% do público-alvo (idosos, puérperas, indígenas, crianças, gestantes, professores e trabalhadores de saúde). Até o momento, foram imunizados 63,6% de um total de 54,2 milhões de pessoas.
Balanço do ministério indica que, entre os grupos que integram o público-alvo, os idosos registram a maior cobertura vacinal (72,4%). Em seguida estão puérperas (71,2%) e indígenas (68,6%). Os grupos que menos se vacinaram são crianças (49,9%), gestantes (53,4%), professores (60,2%) e trabalhadores de saúde (64,2%).
Também foram aplicadas 7,1 milhões de doses em pessoas com doenças específicas, privadas de liberdade e em trabalhadores do sistema prisional.
Os estados com a maior cobertura vacinal, até o momento, são Amapá (85,7%), Paraná (78,1%), Santa Catarina (77,7%), Rio Grande do Sul (74%) e Goiás (70,1%). Já os estados com menor cobertura são Roraima (47,9%), Rio de Janeiro (49%), Pará (52,1%), Mato Grosso (55,8%), Rondônia (56,2%), Acre (56,4%) e Mato Grosso do Sul (57,1%).
Entre as regiões do país, o Sul apresenta maio cobertura vacinal, com 76,3%, seguida das regiões Centro-Oeste (63,7%), Nordeste (62,3%); Sudeste (61,2%); e Norte (58,2%).
Público-alvo
A vacina contra a gripe está disponível nos postos de saúde para crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, pessoas com 60 anos ou mais (idosos), trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além dos professores.
A orientação do ministério é que pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com deficiências específicas apresentem prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde devem se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
Segurança
A vacina disponibilizada pelo governo brasileiro protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial da Saúde para este ano (A-H1N1, A-H3N2 e influenza B). A dose, segundo a pasta, é segura e também é considerada uma das medidas mais eficazes na prevenção de complicações e casos graves de gripe.
Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal, de acordo com o ministério, é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe no Brasil vai do final de maio até agosto.
Fonte: Agência Brasil

Enem: candidatos com isenção de taxa negada têm até 25 de junho para avisar Inep

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Os candidatos que atendem aos critérios, mas tiveram a isenção da taxa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) negada, na hora da inscrição, terão até o dia 25 de junho para enviar os documentos comprobatórios para o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e, assim, serem dispensados do pagamento de R$ 82.
O Inep divulgou hoje (25) comunicado orientando os participantes. Os candidatos devem enviar os pedidos de isenção com os respectivos comprovantes da situação socioeconômica e de escolaridade. Mais informações podem ser obtidas no 0800 61 61 61. O Inep irá analisar a situação de cada estudante.
As inscrições do Enem 2017 terminaram no último dia 19. Neste ano, as isenções eram concedidas ou não, automaticamente, pelo sistema. Vários candidatos reclamaram, nas redes sociais, que preenchiam os requisitos, mas mesmo assim tiveram o pedido negado. Ao final, o sistema gerava a Guia de Recolhimento da União (GRU) para o pagamento da taxa. O prazo  terminou ontem (24).
Pelas regras do exame, estão isentos os estudantes que estão cursando em escola pública o último período do ensino médio; os participantes membros de família que recebem até três salários mínimos (R$ 2.811) no total ou até meio salário mínimo (R$ 468,50) por pessoa e que, além disso, estejam inscritos no CadÚnico; e, os membros de família com renda por pessoa igual ou menor a um salário mínimo e meio (R$ 1.405,50) e que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada.
O preço da inscrição no Enem aumentou este ano. No ano passado, a taxa foi de R$ 68, tendo sido uma das questões mais criticadas pelos estudantes nas redes sociais, desde a divulgação do edital.
O Inep diz que o reajuste é necessário. Atualmente, os pagamentos cobrem cerca de 30% do custo do exame, o restante é pago pela autarquia. No ano passado, por exemplo, o custo, de R$ 91,49 por participante, foi R$ 23,49 acima do valor pago. A autarquia diz que, mesmo com a alta, a inscrição no Enem está abaixo da média dos vestibulares do país, que é R$ 140.
Fonte: EBC

Sisu abre inscrições para o segundo processo seletivo na segunda-feira


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O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) abre incrições, na segunda-feira (29), para o processo seletivo do segundo semestre deste ano. Pelo Sisu, os participantes concorrem a vagas em instituições públicas de ensino superior com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Neste processo, valerá a nota do Enem 2016. Para participar, os candidatos não podem ter tirado zero na redação do Enem.
O Sisu terá uma única chamada, e a divulgação do resultado está prevista para o dia 5 de junho. Também nesta data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho.
No primeiro semestre, o Sisu ofereceu 238.397 vagas em 131 instituições, entre universidades federais, institutos federais e instituições estaduais. O MEC ainda não divulgou o número de vagas para este período.
Fonte: Agência Brasil

Confiança da construção recua ao nível de oito meses atrás, diz FGV

Construção civil
Depois de “discretos ganhos” nos dois últimos meses, o Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 2,5 pontos em maio, para 74 pontos, no resultado ajustado sazonalmente. O resultado de maio da Sondagem da Construção, foi divulgado hoje (26), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
Com o recuou de abril para maio, Índice de Confiança da Construção além de devolver os discretos ganhos dos últimos meses, retornou ao nível de oito meses atrás, quando o indicador fechou setembro do ano passado em 74,2 pontos.
Ao comentar os números divulgados, a coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, disse que a queda do ICST de abril para maio “reflete a situação de fragilidade do cenário para o setor da construção”. Segundo ela, a avaliação dominante entre as empresas é que o quadro está melhor do que no ano passado, mas ainda não mostra dinamismo para uma possível recuperação.
A forte queda em maio 
A FGV avaliou que “a forte queda do ICST”, em maio, foi devido a baixa avaliação das empresas em relação ao momento atual e das expectativas quanto ao futuro refletindo no Índice de Expectativas (IE-CST) que teve queda de 3 pontos, para 84,6 pontos, com retração nos dois quesitos que o compõem.
O destaque negativo do mês ficou com o indicador que mede o otimismo com a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que variou -3,8 pontos, para 85,6 pontos, o menor nível desde os 85,3 pontos de janeiro de 2017.
O  Índice de Situação Atual (ISA-CST), ao recuar 2 pontos, para 63,7 pontos, devolveu a alta de 2,9 pontos de abril. Ambos os indicadores que compõem o subíndice recuaram, com destaque para o que mede situação dos negócios corrente, que caiu 2,2 pontos, para 64,6 pontos.
Segundo Ana Maria Castelo, “a percepção em relação à situação atual vem oscilando em patamares muito baixos, levando a uma análise para baixo das expectativas”. Segundo ela, a pesquisa não captou o aumento de incerteza no ambiente político, que pode adiar ainda mais a retomada dos investimentos.”
A FGV ressaltou,  que o Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor recuou 0,7 ponto percentual em maio, alcançando 62,1% - o menor da série -. Com a atividade mantendo-se em nível muito baixo e as expectativas de melhora se revertendo, as empresas do setor continuam com tendência a desmobilizar mão de obra.
Considerando que o setor da construção havia sido o único a registrar saldo negativo no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em abril, os dados do NUCI de Mão de Obra do setor em maio - e o Emprego Formal do Caged - sugere que o mercado de trabalho na construção ainda deverá se manter em queda por algum tempo.
A edição de maio de 2017 coletou informações de 696 empresas entre os dias 2 e 24 deste mês. A próxima divulgação da Sondagem da Construção ocorrerá em 27 de junho de 2017.
Fonte:  EBC

Feirão da Casa Própria começa nesta sexta em 11 cidades


Image result for Feirão da Casa Própria começa nesta sexta em 11 cidadesO Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal, começa hoje (26) e vai até domingo (28), com mais de 202 mil imóveis novos e usados, que estarão em oferta em 11 cidades brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Belém, Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Goiânia e Uberlândia. Além dessas cidades, a 13º edição do feirão ocorrerá em Brasília, Fortaleza e Curitiba, de 23 a 25 de junho.
Neste ano, o feirão contará com 548 construtoras, 261 correspondentes imobiliários e 185 imobiliárias que ocuparão os estandes do evento durante o fim de semana. O número de imóveis ofertados supera a marca de 228 mil. Para fazer um bom negócio e fugir de falsas ofertas, a orientação é de  que o comprador pesquise os preços que as construtoras praticavam antes do feirão.
Os juros podem variar de acordo com os valores a serem pagos, a renda e o município do cliente, além dos compradores que têm relacionamento com o banco, de imóveis oriundos de empreendimentos financiados pela Caixa e de clientes do setor público.
Além da atenção com os juros, é importante que o comprador visite vários estandes para comparar as condições, o tipo de produto e analisar o custo-benefício sem comprometer o orçamento. A prestação não pode comprometer mais de 30% da renda familiar.
De acordo com a advogada especialista em direito imobiliário, Roberta Costa, é sempre bom verificar os custos envolvidos após a compra, como o valor estimado do condomínio, mesmo que o prédio ainda esteja em obra. Ela também sugere que o comprador junte toda a documentação referente à negociação do imóvel, que deverá compor um dossiê sobre o processo de compra e venda.
“Tudo isso deve ser muito bem analisado para se fazer uma boa compra pois, na ausência dessas informações, o consumidor pode acabar adquirindo um problema”, alertou a especialista.
Os documentos para pedir o crédito da casa própria, no feirão, incluem a carteira de identidade, o CPF e os comprovantes de renda e residência atualizados. Para mais informações, o interessado deve entrar em contato com a Caixa Econômica Federal pelo telefone 0800 726 0101, o Serviço de Atendimento ao Cliente ou pelo sitewww.caixa.gov.br.
Fonte: Agência Brasil

Demanda das empresas por crédito cai 12,2% em abril

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A demanda por crédito por parte das empresas caiu 12,2% em abril na comparação com março, segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com abril de 2016, houve recuo de 5,7%. No acumulado de 2017, a queda foi de 2,6% com relação ao mesmo período do ano passado.
“A procura por crédito por parte das empresas ainda segue bastante deprimida neste início de ano, apesar de a economia demonstrar alguns sinais de saída da recessão. A elevada inadimplência empresarial, ocasionando uma certa restrição da oferta de crédito às empresas, acaba também contribuindo para um cenário de crédito corporativo ainda enfraquecido”, dizem os economistas do Serasa Experian.
Detalhamento
As empresas de micro e pequeno porte apresentaram queda de 12,6% em abril. Nas médias empresas, caiu 2,7% e nas grandes 0,9%. No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, a demanda por crédito das micro e pequenas empresas recuou 2,2% em relação aos primeiros quatro meses do ano passado. Nas médias empresas, esta queda foi de 9,4% e, nas grandes empresas, o recuo em relação ao primeiro quadrimestre do ano passado foi de 9,0%.
O setor industrial teve queda de 11,5% e o das empresas comerciais, de 11,3%. Já o setor de serviços teve um crescimento de 13,1%. No acumulado do ano, a demanda das empresas por crédito caiu 5,4% na indústria, 4,2% no comércio e 0,2% nas empresas de serviços em relação aos primeiros quatro meses do ano passado.
Todas as regiões apresentaram queda na demanda por crédito nos primeiros quatro meses do ano: Centro-Oeste (-3,6%); Norte (-4,3%), Sul (-4,3%), Nordeste (-5,1%), Sudeste (-0,3%).
Pesquisa do SPC e Dirigentes Lojistas
Outra pesquisa, do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgou hoje que a demanda por crédito das micro e pequenas empresas caiu 6,4% em abril. No mês, o indicador ficou em 12,36 pontos, número ligeiramente abaixo do observado em março, quando foram registrados 13,2 pontos. O indicador varia de zero a 100. De acordo com os dados, 6% dos micro e pequenos empresários manifestaram a intenção de contratar crédito nos próximos 90 dias, contra 85% de entrevistados que não têm esse objetivo. Outros 7% não souberam responder.
Entre os empresários que rejeitam buscar recursos de terceiros nos próximos três meses, 48% querem manter o negócio com recursos próprios. As altas taxas de juros pesam nessa decisão, sendo a justificativa de 19% dos empresários. A insegurança com as condições econômicas do país foi mencionada por 14%.
Entre os micro e pequenos empresários, 29% consideram difícil o processo de contratação de crédito, contra 25% que avaliam como fácil. Entre os que consideram difícil, o excesso de burocracia e as exigências dos bancos são o principal entrave, mencionado por 48% dos entrevistados. As taxas de juros elevadas (33%) e as irregularidades na documentação da empresa (3%) também foram mencionados.
O índice que avalia o interesse em realizar investimentos nos negócios também mostrou-se baixo. O indicador de propensão a investir registrou 29,84 pontos em abril, pouco acima dos 28,44 pontos observados em março. A escala varia de zero a 100.
Fonte: EBC