Em
nota, o MEC informou que o Enem está garantido e "segue o ritmo
normal". As informações foram reveladas pelo jornal Folha de S.Paulo e
confirmadas pelo jornal O Estado de S. Paulo No ano passado, o custo do
exame ficou em R$ 405 milhões.
O
ministro Mendonça Filho diz que assumiu a pasta com um corte de R$ 6
bilhões feitos pela presidente afastada, Dilma Rousseff, mas "conseguiu
resgatar" R$ 4,7 bilhões via Planejamento, com apoio do presidente em
exercício, Michel Temer. No entanto, seu antecessor, Aloizio Mercadante,
afirma que a divulgação de "dificuldade de recursos" pelo MEC é uma
"tentativa de esconder a incapacidade da atual gestão".
Novos cortes
Em
troca do repasse, o Planejamento teria exigido que o MEC fizesse cortes
em outras áreas. Na semana passada, a secretária executiva do MEC,
Maria Helena Guimarães de Castro,
defendeu a
"repactuação" de programas de educação básica para "minimizar os
impactos da redução de orçamento". A pasta ainda está fazendo um
"pente-fino" nas deliberações da gestão anterior.
Fonte: Novo Jornal
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