quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Dívida média do brasileiro sobe e chega a R$ 5.400, diz pesquisa

Image result for As dívidas no cartão de crédito,
As dívidas no cartão de crédito, no cartão próprio das lojas e os empréstimos em bancos ou financeiras são os principais vilões da inadimplência no Brasil, aponta pesquisa da SPC Brasil divulgada nesta quarta-feira (19). O levantamento faz outro alerta: o valor das dívidas aumentou entre 2014 e 2015.

O sinal está amarelo para o tamanho da dívida. A pesquisa mostra que os caloteiros estão devendo um valor maior em 2015 na comparação com 2014. Segundo o SPC Brasil, o valor médio das dívidas em atraso saltou de R$ 4.007,27 em 2014 para R$ 5.357,96 neste ano.
O montante das obrigações financeiras representa duas vezes e meia o valor da renda familiar mensal no País O estudo mostra ainda que os brasileiros com maior poder aquisitivo (classes A e B) possuem dívidas mais alta — um quarto deve de R$ 10 mil a R$ 49.999.
As parcelas do cartão de crédito motivaram calotes para 42% da população, enquanto as parcelas dos cartões de loja representaram 41% das dívidas e os empréstimos de bancos e financeiras são o principal problema para 25% dos entrevistados.
Completam o ranking dos cinco primeiros as contas de telefone fixo ou celular (11%) e cheque especial e cheques/notas promissórias (10% cada).
A pesquisa considerou 600 casos de brasileiros inadimplentes das 27 capitais brasileiras, cujas entrevistas foram feitas entre 15 e 26 de junho de 2015. A margem de erro é de 4 pontos percentuais e o intervalo de confiança, de 95%. Para o levantamento, foi considerada inadimplente a pessoa que não pagou ao menos uma conta vencida há mais de 90 dias.
Perfil do inadimplente
As mulheres são maioria entre os inadimplentes: elas são 60% do total, contra 40% dos homens. Outra informação importante: cerca de metade dos inadimplentes são casados. Quanto à renda, as classes C, D e E respondem por 90% dos devedores.
Quanto à idade, a maioria dos inadimplentes têm de 25 a 34 anos (37% do total), seguidos de perto pela população com idade entre 35 e 49 anos (33%). Em relação à escolaridade, metade dos caloteiros (51%) chegou ao menos ao 2º grau (1ª à 3ª série).
Fonte: R7

Nenhum comentário:

Postar um comentário