segunda-feira, 8 de junho de 2015

Reajuste no plano de saúde implica na revisão no orçamento


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Com o aumento de até 13,55% nos planos de saúde individuais autorizado pela Agência Nacional de Saúde (ANS), famílias já começam a repensar o orçamento ou pensam até mesmo em cancelar o plano. Quem possui planos individuais e familiares vai pagar mais caro pelos contratos que vão vencer já a partir deste mês, mas com retroatividade a maio. Esse é o maior aumento autorizado nos últimos 15 anos.
Os principais atingidos são os idosos, que usualmente possuem as maiores mensalidades dos planos de saúde. Esse é o caso da dona de casa Lourdes Bastos, de 62 anos. Ela e o marido, de 69, que ganha um salário mínimo de aposentadoria, pagam R$ 1.289,72 por um plano de saúde básico, que além de exames e consultas dá direito a internação em enfermaria. Com o novo reajuste, o casal poderá ter um acréscimo de R$ 174,75 ao mês para ter direitos aos benefícios.
“É uma diferença muito grande no nosso orçamento. Nosso desejo era não pagar, mas nossos filhos pediram para termos por causa da idade. Só aceitamos porque eles ajudam a pagar”, contou Lourdes.
Porém, ela ainda vai sentar com os filhos e conversar para saber em que contas vão fazer cortes para conseguir arcar com esse aumento. “Talvez a gente opte por baixar a categoria do plano para ter preço mais acessível”.
Quem também não ficou satisfeito com o aumento foi o autônomo Roberto Brito, de 42 anos, que possui o plano para ele, a esposa e o filho. Ele contou que não acha justo o reajuste por causa da qualidade do serviço, principalmente pelas consultas e locais de exames.
“Esperava conseguir atendimento em regiões variadas. E também é difícil ter atendimento com o mesmo médico, os profissionais credenciados estão sempre mudando”, disse.
Fonte: O Dia

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